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Rodrigo Motta, 60º - Auditor-Fiscal da Receita Estadual (SEFAZ RS)

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Meu nome é Rodrigo Motta de Toledo, tenho 39 anos e sou natural de Niterói-RJ. Sou graduado em Engenharia de Telecomunicações pela UFF (Universidade Federal Fluminense). Conclui a faculdade em agosto de 2006 e, naquela época, nem sonhava com a carreira de Auditor Fiscal. Acreditava que poderia ser um bom profissional trabalhando com Telecomunicações.

 

Trabalhei pouco mais de 3 anos na iniciativa privada, mais especificamente, com telefonia móvel, na Oi. As constantes ondas de demissão fizeram-me desejar alcançar um cargo público, porém, ainda na área de Telecomunicações. Foi quando, em 2009, prestei o concurso para o DECEA (Departamento de Controle do Espaço Aéreo), para engenheiro de telecomunicações, ficando em 9º lugar. Pensava, naquele momento, que havia alcançado um cargo top dentro da área de engenharia.

 

Contudo, poucos anos após a posse, desmotivado com a carreira e percebendo que tinha condições de algo maior, comecei a estudar para a área Fiscal em 2012, tendo como referência colegas de faculdade que já haviam logrado êxito. Pensava: “se eles conseguiram e fizeram faculdade comigo, por que eu não posso conseguir?”.

 

Desde então, estudei erroneamente durante anos. Nunca marquei horas líquidas de estudo (não traçava tal tipo de meta), não tinha um bom resumo de praticamente nenhuma matéria e praticamente nunca estudava nos fins de semana. Já ser servidor público federal, com uma remuneração razoável, deixava-me em uma zona de conforto que me tirava qualquer pressão para estudar.

 

Digo que, na verdade, tenho mais dicas do que não se deve fazer do que dicas do que fazer. Minha trajetória foi uma coleção de erros. O estudo vagaroso e ineficiente fez-me postergar a retenção de conhecimento. Eu levava meses para rever um assunto que já havia estudado. Com isso, parecia que estava estudando o mesmo assunto pela primeira vez.

 

Ao longo dos anos, fui melhorando (de forma extremamente lenta) minha classificação nos concursos.

 

E, em 2019, finalmente consegui um bom resultado num concurso top, ficando em 60º lugar no ICMS RS.

 

E, com toda certeza, o TECCONCURSOS teve papel fundamental em minha aprovação. A resolução massiva de questões, principalmente num pós-edital, é essencial. O grande número de questões resolvidas, aliado aos bons comentários, ajudou-me demasiadamente.

 

Independentemente de qualquer coisa, algo que considero fundamental na caminhada do concurseiro é a PERSISTÊNCIA. Se não fosse por ela, com certeza eu teria desistido e não teria alcançado meu maior objetivo de vida profissional/acadêmica.
 

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