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Pedro Góes, 31º - Auditor Fiscal da Receita Estadual (SEFAZ CE)

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Olá, tudo bem? Meu nome é Pedro Góes, sou formado em Engenharia Civil pela UFAL, sou de Alagoas e estudo para concursos há cerca de 3 anos. Nesse período, tive diversas reprovações importantes que me fizeram chegar até minha última aprovação. Minhas principais reprovações foram a prova da SEFAZ-BA (2019), da SEFAZ-AL (2020) e do TCDF (2021). Gosto de começar falando desses casos porque eles foram decisivos para que eu fosse bem sucedido nas minhas últimas provas do ano de 2021.


Na SEFAZ-BA eu fiz para o cargo de Auditor de Finanças e Arrecadação, cargo de controle. Encarar esse primeiro desafio foi muito importante para mim, uma vez que eu tive contato, logo de primeira, com matérias da área fiscal (tributário) e da área de controle (economia, contabilidade pública, AFO etc). Eu realmente entrei de cabeça nesse concurso, fiz muitas questões, e consegui ficar bem colocado (57º - fora das vagas), e, apesar de não ter conseguido formar uma base tão sólida nas matérias, adquiri muita confiança. Depois disso, fiz a prova do ISS campinas e SEFAZ-DF, mas sem me preparar tão bem.


A segunda prova que fiz com uma preparação mais focada foi a SEFAZ-AL. Eu tinha estudado demais para essa prova, minhas horas brutas (eu contava brutas naquela época) chegavam a 70 em uma semana – talvez fossem umas 50 – 60 horas líquidas. Contudo, minha falta de experiência em sentir o limite da minha cabeça pesou bastante e eu tive uma espécie de bornout 3 semanas antes da prova. Eu cheguei na prova extremamente mal psicologicamente, o que resultou em um péssimo resultado na prova discursiva. Como a prova era dividada em dois dias, prova objetiva no sábado e discursiva no domingo, eu saí da prova objetiva acabado, porque tive certeza que iria me dar muito mal e minha discursiva não seria nem corrigida. Ledo engano, tinha ficado dentro das vagas na objetiva e acabei saindo por conta da discursiva. Três primeiras grandes lições – o jogo só apita quando acaba, os aprovados, na maioria das vezes, acham que vão se dar muito mal assim que saem da prova e nunca passe do seu limite físico e mental, simplesmente não vale a pena. Depois dessa prova, decidi estudar com mais calma – praticamente não passei de 40 horas líquidas semanais, muitas vezes fazia 30 horas.


A terceira prova que iria fazer com boa preparação teria sido ISS Aracaju, suspensa por conta da pandemia. Então, depois de quase umas 3 semanas da suspensão, tomei a decisão de estudar para o TCDF, que já tinha edital publicado há de um mês naquele momento. Demorei a tomar a decisão pois acreditava muito que não teria nenhuma chance nessa prova, uma vez que o nível do conteúdo e da discursiva era extremamente elevado. Mais um engano. Minha preparação não foi 100%, uma vez que não consegui pegar o conteúdo completo de contabilidade pública – desde a SEFAZ-BA não estudava. Ainda assim, tinha conseguido ficar entre as 6 melhores notas na prova objetiva (eram 6 vagas diretas e um CR bem grande). Contudo, na discursiva, caiu justamente um assunto que tinha deixado de lado pela falta de tempo (sistema de custos). Resultado: reprovado por 6 décimos, precisava tirar 10 pontos, fiquei com 9,39. Quarta grande lição: nunca ache que um concurso é difícil demais para ser encarado, todos que estão brigando acham a mesma coisa.


Depois disso tudo, veio minha preparação extremamente assertiva para SEFAZ-CE. Quando saiu aquele edital totalmente diferente eu fiquei muito feliz – todos os meus aprendizados contaram demais para isso. Eu estava preparado para encarar um edital diferente e, também, já tinha estudado alguns assuntos de controle. Além disso, eu estava com um pouco de receio de encarar uma prova 100% típica de fiscal, uma vez que estava vindo de uma preparação para uma prova de controle (TCDF) e sabia que pessoal estava voando. Nesse período de pós edital, eu tentei não estudar tanto – fazia de 30 até 40 horas líquidas por semana – e tentei manter minha saúde física e mental em dia. No que se refere ao estudo em si, posso destacar: li rapidamente os pdfs das matérias que nunca tinha tido contato, fiz milhares de questões no TEC (acho que fiz cerca de 10 até 15 mil questões), fiz leituras das leis de forma estratégica e foquei bastante na discursiva, pois já tinha sido reprovado duas vezes por conta dessa parte.  Eu fazia, em média, duas discursivas por semana. No final das contas, nesse concurso, o que me ajudou demais foi justamente a discursiva, uma vez que minha nota da prova objetiva foi a menor entre os aprovados – que reviravolta.


Em todo esse tempo, o TEC Concursos foi meu parceiro quase que inseparável – eu acho que entrei nesse site praticamente todos os dias nos últimos 3 anos. Eu fiz cerca de 100 mil questões só nessa plataforma, algo que, com toda certeza, foi um dos grandes diferenciais para que eu pudesse estar brigando ali na frente em quase todas as provas que fiz em 2021. Os comentários dos professores e, principalmente, a qualidade dos comentários dos alunos – os melhores estão ali – foram decisivos para que eu pudesse ser extremamente eficiente nos meus estudos.


Por fim, acredito demais em um serviço público de qualidade, em uma educação transformadora, em um país melhor. Torço muito para que os concurseiros como eu tenham uma visão de mundo nesse sentido. Além de melhorar tudo o que está em nossa volta, ter essa mentalidade vai te ajudar a ter mais garra no que deseja. Dinheiro e estabilidade é bom e importante demais, ajuda a focar nos estudos, mas ter propósito é transformador. Saber o porquê você quer concurso público vai te ajudar na caminhada. Contem comigo no que precisarem.

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