Maicon Weippert de Oliveira, 22º - Auditor-Fiscal de Tributos Estaduais (SEFIN RO)

Já conhece a história de sucesso de Maicon Weippert de Oliveira? Veja mais depoimentos de alunos do TEC!

Comecei a estudar para carreira de fisco estadual em 02/2016 e após dois anos consegui aprovação no concurso para o cargo de Auditor da SEFIN-RO.
 
Tudo começou na reprovação do ISS-Cuiabá, no qual obtive a 62ª colocação, na ocasião a ficha caiu! Notei que os certames da área fiscal exigiriam um estudo mais elaborado e planejado. Foram dois anos longos e difíceis aos entusiastas da carreira fiscal, afinal quase não tivemos provas no período. Logo no primeiro semestre da preparação, surgiu uma oportunidade interessante: ISS-Teresina! Embora não fosse o que queria, na ausência de certames, seria um bom feedback e resolvi prestá-lo. Infelizmente no meio dos estudos, foi publicado também o aguardado ICMS-MA! Como já havia estudo muito a legislação tributaria municipal, tomei a péssima decisão de estudar para ambos e como as provas ocorreriam em datas muito próximas acabei por não me dedicar de forma correta para nenhum deles. Consequentemente, logrei colocações bem ruins, quais sejam: 209ª em Teresina e 883ª no Maranhão e, obvio, não avancei às fases seguintes.
 
Já em 2017, fiz o concurso do ISS Jundiaí, por quê? Bom, eu estava louco pra fazer uma prova, seja qual fosse e nessa altura achava que nunca mais teria provas de fisco estadual, até que finalmente apareceu o concurso da ICMS-RO. Na época eu até comecei a estudar para o TCE-SP, tomei essa decisão porque era forte o boato de que cairia Contabilidade Pública no certame de Rondônia, todavia o edital foi publicado e a disciplina não foi contemplada, então de pronto abandonei o TCE e foquei, para não errar novamente. Porém, logo que comecei um intensivo pós-edital, uma colega da Justiça Federal se lesionou e tive que substituí-la no setor que sequer conhecia! Isso me atrapalhou muito, mas a vida é assim mesmo... Após a substituição tirei 40 dias de férias, mais 20 dias de recesso do judiciário, matei o natal e o ano novo para compensar o tempo perdido! Graças a deus tudo deu certo e consegui ser aprovado.
 
Certo, e qual o papel do TEC nesta história? Tudo! Usei essa ferramenta exaustivamente e contabilizei cerca de 37.000 questões resolvidas, além de simulados, provas e questões pelo smartphone que não eram contabilizadas. Contudo, o diferencial do TEC na minha aprovação não foi só volume de questões, mas sim permitir filtros muito úteis, como: cadernos estatísticos de assuntos mais cobrados pela banca; cadernos de provas recentes; cadernos específicos; simulados; cadernos de erros; e, verificação rápida de desempenho total, por tópicos e por disciplinas. Não inclui Língua Portuguesa no meu pós-edital, mas apenas com os comentários dos professores do TEC nas questões FGV, consegui prever o estilo da Banca e gabaritar a disciplina!
 
Não ouso dizer que descobri o caminho da aprovação, inclusive acredito que há uma série de caminhos distintos, a certeza que tenho é que o TEC CONCURSOS fatalmente passa por todos eles!
 
Ao TEC, meus mais sinceros votos de agradecimento!
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