Luiz Alberto Soares, 20ª - Fiscal de Tributos (ISS Niterói)

Já conhece a história de sucesso de Luiz Alberto Soares? Veja mais depoimentos de alunos do TEC!

Bom dia, pessoal! Meu nome é Luiz Alberto Soares, tenho 21 anos e sou formado em Ciências Econômicas pela USP. Com apenas 6 meses de estudo, fui aprovado em 20º colocado no concurso para Fiscal de Tributos do Município de Niterói (RJ) e venho aqui compartilhar com vocês um breve depoimento sobre a minha trajetória de aprovação.
 
Quando decidi lutar por uma vaga na carreira pública e estudar para concursos, estava no meio do 7º semestre da graduação e estagiava em uma multinacional na área de Consultoria Estratégica. Apesar de haver me preparado durante mais de 1 ano para os processos seletivos dessas empresas, pedi demissão para poder me dedicar integralmente aos estudos. Também adiantei a minha Monografia e consegui finalizar minha graduação já no 7º semestre. Dessa maneira, pude sair de São Paulo e voltar para a minha cidade, Rio Claro (SP), onde o ritmo de vida é mais tranquilo e poderia perder menos tempo com deslocamentos, trânsito, etc…
 
Durante esse período de transição, comecei a preparar os materiais e o método de estudo que eu utilizaria. Dessa maneira, desde o primeiro dia de estudo eu já estava seguindo a famosa metodologia dos “Ciclos de Estudos”: assim que conheci essa técnica, percebi que ela seria a melhor maneira de manter os estudos bem organizados e fluindo independentemente de qualquer edital. Entendo que esse período de preparação, antes do estudo propriamente dito, foi essencial para a minha aprovação tão rápida: caso começasse meus estudos com uma estratégia ruim, ou utilizando materiais teóricos fracos, eu não conseguiria uma aprovação de alto nível em tão pouco tempo.
 
Estudei durante 6 meses em período integral: aproximadamente 13 horas diárias brutas nos dias de semana e um pouco menos nos finais de semana. De segunda a sexta-feira eu adotei uma postura mais radical e reduzi a vida social a quase 0: acordava, tomava café e começava os estudos e só parava para o almoço. Depois do almoço era meia hora de siesta e já voltava aos estudos, só parando no final da tarde. Jantava, tomava um banho e ia para o curso preparatório até as 23:00. Por outro lado, nos finais de semana eu adotei um ritmo mais tranquilo, apenas resolvendo questões e fazendo simulados, sem nenhum tipo de estudo teórico.
 
Meu esquema de estudo era bem simples: primeiro eu lia a teoria e grifava as partes que eu achava que eram as mais importantes; depois eu resolvia os exercícios sugeridos no final das aulas teóricas e confirmava se o que eu havia grifado era realmente importante (ou seja, se existiam várias questões sobre aqueles temas) e se existiam outros pontos importantes que eu não havia grifado anteriormente; por último, eu voltava para o início da aula teórica e fazia um resumo com as partes grifadas e com os pontos mais presentes nas questões. Meu resumo era feito manualmente e na forma de tópicos, para ficar enxuto e fácil de ler no futuro, dessa maneira assim:
 
 
Quando a parte teórica de uma matéria estava completa, eu parava integralmente de ler materiais teóricos (apostilas, livros, etc...) e passava a dedicar 100% do tempo daquela disciplina para resolver questões aqui no TEC Concursos. Os resumos que eu havia feito durante o estudo eram os únicos materiais que eu continuava lendo e consultando durante essa fase final de resolução de questões.
 
Eu recomendo FORTEMENTE essa estratégia de, quando o candidato terminar a leitura de um bom material teórico, parar com a teoria e partir o máximo para a resolução de questões. De nada adianta o candidato continuar lendo materiais cada vez mais profundos e completos se ele não tem experiência de resolver questões da banca que fará o concurso desejado. As bancas possuem perfis diferentes e, para cada matéria, cada uma delas repetem muitas questões e muitos temas. Depois de resolver centenas de questões de certa banca, você começa a perceber que existe uma gama de assuntos aparecem em várias perguntas e uma outra gama que, apesar de serem temas importantes, quase nunca são cobrados. Depois de resolver milhares de questões da mesma banca, já fica evidente o tipo de pergunta e os assuntos que SEMPRE aparecem e que você deve estar preparado para responder com facilidade.
 
Vou dar um exemplo pessoal: depois de resolver todas as questões de Matemática Financeira de concursos de Nível Superior da FGV, utilizando o sistema do TEC, eu percebi que repetidamente apareciam questões inovadoras sobre Juros Perpétuos. Apesar de Juros Perpétuos ser um assunto bem pouco explorado nos materiais de Matemática Financeira, a FGV sempre pedia uma questão desse tema e, para dificultar, quase todas as questões eram “inovadoras” e exigiam do candidato algum conhecimento avançado para a resolução: um enunciado complicado, um termo em inglês, algum truque matemático... Como percebi isso, aprofundei um pouco mais nesse assunto e li os comentários dos professores com mais atenção. No dia da prova de Niterói, advinha o que aconteceu? Uma das 10 questões da disciplina foi uma questão bem complicada sobre Juros Perpétuos, que eu só consegui resolver por ter me aprofundado no tema anteriormente.
 
O meu estudo foi totalmente baseado nessas duas estratégias: estudo teórico com um material enxuto e de boa qualidade e resolução exaustiva de questões da banca examinadora da prova. No meu entendimento, esses dois métodos se complementam e são o ideal para uma aprovação em concursos da Área Fiscal, que não contam com provas orais e raramente pedem provas escritas.
 
Para finalizar, gostaria de deixar uma mensagem a todos os concurseiros que estão lendo esse depoimento: Não se deixe desanimar durante o seu período de preparação!
 
Se você ponderou os prós e contras das carreiras na iniciativa privada e na iniciativa pública e está decidido que a segunda opção é a melhor para a sua vida, os estudos e os concursos é o pequeno preço que deve ser pago por essa escolha.
 
Eu sempre pensei o seguinte: quando eu havia decidido trabalhar numa grande empresa, eu entrei como Estagiário ou como Diretor? Oras, entrei como Estagiário! E quanto tempo demoraria para eu chegar naquele alto cargo almejado? 15, 20 anos? Na carreira pública, a situação é a mesma: ninguém começa como Auditor Fiscal ou como Promotor de Justiça! Todo mundo começa estudando em casa, resolvendo milhares de questões, correndo atrás de concurso e, depois de certo tempo de dedicação (que é menor do que 15 anos!), consegue a desejada aprovação para o cargo.
 
O período de estudo do concurseiro é semelhante aos anos de trabalho e de experiência em uma companhia privada: é o tempo de trabalho e preparação que é exigido para os cargos de grande prestígio e boa remuneração.
 
Se a carreira pública foi a sua opção de vida, como foi a minha, os resultados da aprovação compensam todo o estudo e a dedicação: ver o nome na lista de aprovados é a melhor sensação do mundo!
 
Gostaria de agradecer a equipe do TEC pelo ótimo serviço e pela oportunidade de escrever esse depoimento. Espero que ele seja útil, assim como o depoimento de outros aprovados foi importante para a minha decisão de estudar para concursos!
 
Se você quiser bater um papo comigo ou tirar alguma dúvida, estou no Fórum Concurseiros como o usuário “luizeba”!
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