Luan Pereira Barreto, 1º - Consultor Técnico Legislativo - Administrador (CL DF)

Já conhece a história de sucesso de Luan Pereira Barreto? Veja mais depoimentos de alunos do TEC!

1) Quais são as suas aprovações ?

Vou citar apenas aqueles em que fui nomeado, em ordem cronológica: 1º lugar para Gestor Ambiental (SEMAD-MG), 7º lugar para Administrador (UFJF), 35º lugar para Técnico de Controle Externo (TCMRJ), 3º lugar para Analista de Gestão - Administração (TCE/PE) e 1º lugar para Consultor-Técnico Legislativo - Administrador (CLDF).
 
2) Qual sua formação e por que decidiu estudar para concursos?

Sou bacharel em Administração e pós-graduado em Administração Pública. Minha decisão de estudar para concursos veio após minha formatura na faculdade e o choque de realidade com a dificuldade de conseguir um bom emprego. Tive o apoio e o incentivo da minha família, a quem sou eternamente grato, quando decidi que iria trilhar esse caminho. Comecei sem muita noção do que era estudar para concursos e ia para a biblioteca e ficava das 8h às 18h lendo apostilas que havia comprado pela internet. Logo vi que aquilo não ia dar certo. Inscrevi-me em um cursinho presencial de curta duração, o que foi importante para eu ter contato com pessoas que já estavam nesse caminho há mais tempo e aprender como estudar para concursos. Em apenas três meses, para minha surpresa, fui aprovado para Gestor Ambiental da Secretaria do Meio Ambiente de MG, cuja lotação era minha cidade natal. Voltei a morar com meus pais nesse período. Mas eu ainda não estava satisfeito. Sabia que poderia ser aprovado para um cargo melhor e que estava relativamente próximo disso, caso eu continuasse me dedicando integralmente aos estudos. Depois de quinze meses, pedi exoneração e voltei a estudar full time. Esse foi meu período mais produtivo, mas coincidiu com a suspensão dos concursos que houve em 2015, o que eu vi como uma oportunidade para afiar o machado. Nos dois anos seguintes os concursos rarearam, mas os dois que fiz tive bom resultado: no TRT/SE fiquei em 13º para Analista, mas não fui nomeado; no TCMRJ, 35º e fui nomeado. Fiquei um tempo lá no Rio, até ser nomeado no TCE/PE, onde trabalho ainda hoje. Quanto à CLDF, foi uma novela. Quando saiu o primeiro edital, eu estava no Rio e estudava nos horários vagos e aos fins de semana. Depois veio o cancelamento do edital, o que jogou uma água no chope e cheguei a ficar meses sem estudar. Quando saiu o segundo edital eu estava em plena mudança pra Recife, muito mais preocupado em encontrar um apartamento pra morar do que qualquer outra coisa. Havia desistido de fazer a prova. Dois meses antes da prova, no entanto, já estabelecido em Recife, fui à Minas para o casamento do meu irmão. Ver toda minha família e perceber como eu estava longe deles foi decisivo para eu decidir fazer a prova. Pensei: "pô, faz vários meses que sequer abro um livro, mas tenho muita bagagem. Se eu der um gás agora, consigo chegar competitivo no dia da prova". Deu certo.
 
3) Há quanto tempo estuda para concursos? Quantas horas por dia você estudava?

No total, estudei por uns cinco anos. As horas variaram conforme o período. Mas houve um bom tempo que estudei até 10h líquidas por dia. Eu acordava antes das 6h e ia até as 22h, parando só para comer, tomar banho, essas coisas. Devo ter ficado quase dois anos nesse ritmo, mas cansei. Depois reduzi para 8h ou 7h líquidas. Quando estava trabalhando também, fazia 4h/dia durante a semana, em média.
 
4) Qual a importância da resolução de questões na sua preparação? Como o Tec te ajudou nessa tarefa?

Olha, resolver questões é fundamental. Quando entendi isso, meu desempenho melhorou muito. Afinal, na hora da prova você vai... resolver questões! Apesar disso, acho que uma base teórica é importante. Depois, é só manter e entender como a banca cobra aquele assunto e aprofundar naquilo que não está indo bem nas questões. Devo ter resolvido milhares de questões. Dezenas de milhares, talvez. O Tec foi importante justamente por oferecer questões comentadas por professores que sabem o que é o estudo para concursos públicos.
 
5) Recado aos demais concurseiros e considerações finais.

Honestamente, estudar para concursos é uma tarefa árdua. Eu sei bem como é isso. O mais importante, a meu ver, é ter foco em uma área (legislativo, controle, fiscal, tribunais etc) e persistir. Não dá para querer abraçar o mundo. Foco é fundamental, especialmente agora em que os bons concursos são mais raros. O esquema aprender-revisar-treinar foi importante para mim e acredito que é eficiente para aqueles que seguem em busca da sua aprovação. No mais, como em tudo, vale sempre pesar o custo de oportunidade. Quando a gente escolhe isso, naturalmente abrimos mão de outras coisas. É preciso avaliar. Desejo sucesso a todos que estão nessa batalha!

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