Bruno Carlo Figueira Gatto, 18º - Analista Judiciário - Área Administrativa (TRT 2)

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Primeiramente, cumpre destacar que eu nunca fiz a linha do “esqueça a teoria e concentre-se apenas nas questões”, como alguns defendem. Eu sei que cada pessoa funciona de um jeito, mas acredito que, em regra, a teoria tenha que ser prioridade até o concurseiro zerado acumular aquela gordurinha inicial, bem como para se adaptar aos termos técnicos e jurídicos, ganhando familiaridade e velocidade na leitura. Normalmente, quem diz que só estuda por questões é porque já possui uma bagagem teórica, ainda que longínqua. Com efeito, sobretudo quando tratamos da preparação para certames de nível superior das áreas de Tribunais, Gestão e Controle, nos quais questões discursivas complexas (que exigem fundamentação/argumentação legal, doutrinária e jurisprudencial) estão cada vez mais frequentes, eu creio que a teoria jamais possa ser negligenciada por completo - nem mesmo após a fase inicial, quando apenas deve deixar de ser a prioridade, dando maior espaço à resolução de exercícios.

No entanto, notadamente para algumas disciplinas, tais como Administração Geral, Gestão de Pessoas e Direito das Pessoas com Deficiência, eu constatei que, em pós-editais, resolver muitas questões estava sendo sobremaneira mais eficaz e eficiente do que voltar à teoria pela centésima vez. O ponto é que, até então, essa prática não fazia parte da minha rotina, de forma que resolver exercícios era algo fora do planejamento, fato que só foi mudar posteriormente. Ocorre que, com o tempo investido nos exercícios, nós identificamos o que a banca gosta, da forma que ela gosta e quantas vezes ela gosta de cobrar algo, direcionando essas informações para a elaboração de Mapas Mentais e para a escolha dos tópicos que merecem mais horas líquidas de estudo (sem, todavia, ignorar os demais assuntos).

Ademais, a partir de 2017, para os cargos de AJAA não mais bastava ir bem - ou, muitas vezes, ir “ótimo” (rs). Os primeiros lugares estavam sempre bem perto de gabaritar a prova, porquanto praticamente só surgiam na praça editais de TRT à época, com a Justiça Eleitoral sem poder nomear e com a Área Fiscal ainda devagar. Para quem não tinha formação jurídica, mas tinha nível superior completo, o mundo dos concursos virou um funil, de maneira que todos os concurseiros desesperados, no mínimo, pelo menos uma vez na vida, devem ter olhado para aquela avalanche de editais de TRTs e se perguntado: “será que dá”? Nesse diapasão, com toda aquela concorrência, você não poderia se dar o luxo de estar em um dia ruim para fazer a prova ou de deixar algo para a sorte, sem estudar a fundo um tema qualquer. A dupla FCC e TRTs não permitia isso! A famosa “fila” crescia exponencialmente até com gente experiente de outras áreas. Assim, cada Decreto, Resolução, Portaria ou “tecla de atalho decorada no Windows 10, 7, 8, Vista ou ‘95’ (rs)” poderia ser a diferença entre ficar ou não dentro das vagas. Parece brincadeira, mas a diferença estava no detalhe do detalhe. Acredite!

Nesse sentido, eu percebi que poderia atingir um outro patamar a partir do começo de 2018 caso fizesse uso constante de um bom site de questões, inserindo-o em meu planejamento, de preferência de um que dispusesse de comentários de Professores comprometidos e de uma vasta possibilidade de filtros a fim de que eu pudesse brincar na elaboração dos cadernos. Em outras palavras, TEC Concursos! Só havia ele. E foi justamente o que aconteceu com a oficialização do TEC como um dos pilares da minha preparação: um outro patamar foi alcançado em pouco tempo.

Por conseguinte, da 21º posição para AJAA no TRT-SC de 2017, eu fui para a 18º posição para AJAA no TRT-SP de 2018. Embora pareça que a mudança foi insignificante, a verdade é que o Bruno Gatto de 2018 – que engoliu as questões do TEC na fase final da preparação – estava, pelo menos, 3 vezes mais preparado que o de 2017, o qual não teria qualquer chance de ficar dentro das 20 vagas da Ampla Concorrência do TRT-SP, disputadas por cerca de 25.000 concurseiros (estou sendo bem sincero). Dessarte, o resultado foi esse: 94% da pontuação total da prova objetiva, acertando 39 das 40 questões específicas. A felicidade, por sua vez, já não pode ser detalhada em números ou palavras. Não é exagero dizer que eu não teria conseguido sem vocês. Muito obrigado, TEC Concursos!! Vocês são incríveis!

Abraços.
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