Receita Federal e as Provas Discursivas

por Cyonil Borges em 21/06/2017

Olá, amigos concursandos de todo o Brasil!

Como anda a força? Espero que 99%, afinal sempre há perda de rendimento quando não temos provas à vista. Não há nem como cogitarmos da TPP [Tensão Pré-Prova].

Durante algum tempo, ao lado de grandes Mestres, como Ricardo Vale, fiquei responsável pelos cursos de Temas e de Técnicas para as “temidas” Discursivas. Inclusive, o texto abaixo foi parte integrante de um de nossos cursos teóricos.

Como sabem (ou deveriam saber), o concurso de acesso aos quadros da Receita tornou-se singular [isto a partir do ano de 2009], porque, ao lado da parte objetiva, a organizadora (ilustríssima ESAF) vem-se encarregando de temas e de questões dissertativas. Logo, praticar a dissertação é muito importante.

Muitos bons candidatos tiram excelentes notas na parte objetiva, porém “escorregam” [e feio] nas discursivas. Outros, no entanto, “escorregam” na parte objetiva, mas, depois da prova subjetiva, ingressam, inclusive, no número de vagas previsto no Edital! Pura verdade!

E como isso pode acontecer? Estranho, não é verdade? Explico.

1) Prova de Auditor:

No último certame, a prova objetiva estava distribuída em três partes: Geral (120 pontos), Conhecimentos Específicos (partes I e II) (240 pontos). Isso mesmo. Total de 360 pontos. E a prova discursiva, pessoal, com 120 pontos! Ou seja, 25% do total!

2) Prova de Analista

A prova objetiva estava distribuída em duas partes: Geral (120 pontos), Conhecimentos Específicos (120 pontos). Enfim, 240 pontos. E a prova discursiva, pessoal, com 100 pontos! Ou seja, 30% do total!

Isso assusta e tranquiliza ao mesmo tempo. Afinal o candidato que não treinar, antecipadamente, será [infelizmente] surpreendido. Já o candidato precavido tem maiores chances de não ser surpreendido.

São 220 pontos em jogo, 120 para Auditor, e 100 para Analista! Detalhe:

- Para Auditor Fiscal RFB, tivemos UM TEMA [40 a 60 linhas] E DUAS QUESTÕES [15 a 30 linhas]

- Para Analista Tributário RFB, APENAS UM TEMA [40 A 60 LINHAS] PARA ANALISTA!

A chance de não saber o tema é grande e não podemos, depois de tantos investimentos e abnegações, contar simplesmente com a sorte (orar para que um tema de nosso conhecimento esteja no dia da prova). As matérias, objeto da prova discursiva, foram gigantes, no caso:

- Para Analista:

D4 - Direito Constitucional e Administrativo e/ou D5 - Administração Geral e/ou D6 - Direito Tributário e/ou D8 - Legislação Tributária e Aduaneira (para candidatos da área Geral) e/ou D8 - Informática (para candidatos de Informática).

 

- Para Auditor:

D5 – Administração Geral e Pública e/ou D6 – Direito Constitucional e/ou D7 – Direito Administrativo e/ou D8 – Direito Tributário e/ou D9 – Auditoria e/ou D11 – Legislação Tributária e/ou D12 – Comércio Internacional e Legislação Aduaneira.

- INTRODUÇÃO ÀS PROVAS DISCURSIVAS

Vou dar uma palhinha quanto às técnicas!

Tem sido uma constante. Sim, o que tem sido uma constante? Explico.

O nível de exigência dos atuais concursos públicos tem aumentado progressivamente, em hipérbole “quase” equilátera. Hoje em dia, para ser aprovado em um concurso de alto nível [como o da Receita Federal], não basta que o candidato esteja treinado para resolver questões objetivas [marcar “XISZINHO”]. O candidato precisa também estar preparado para enfrentar as temidas provas discursivas, as quais têm deixado de fora das vagas concorrentes muito qualificados, e, por vezes, posto “pra” dentro quem estava de fora.

Tradicionalmente, concursos para cargos da área jurídica (Magistratura, Procurador da República, Procurador Federal, Procurador da Fazenda Nacional) sempre exigiram um excelente desempenho em provas discursivas. Atualmente, os resultados finais de concursos como os da Receita Federal, dos Fiscos Estaduais, do BACEN, do TCU, do MPU, deixam evidente o peso que uma prova discursiva tem na classificação final de um candidato.

Mas qual é o segredo para resolver uma prova discursiva?  Como se preparar para obter um melhor resultado nesse tipo de prova? Será que a avaliação das bancas examinadoras é subjetiva? Como deve ser estruturada a resposta?

Dúvidas como essas permeiam a mente dos estudantes, os quais, muitas vezes, veem-se meio que perdidos em sua preparação. Como forma de ajudá-los nessa jornada, vamos apresentar algumas das boas técnicas de discursiva. Um dos objetivos de se fazer um curso de discursivas é desmitificar as tais provas discursivas, auxiliando os candidatos a concursos públicos de alto nível a desenvolver uma resposta adequada para esse tipo de questão.

- A PREPARAÇÃO PARA A PROVA DISCURSIVA

Não é da noite para o dia que o concursando estará apto a resolver com eficiência uma prova discursiva. A habilidade da escrita é algo que se adquire gradualmente e com muito esforço e dedicação. Ninguém se torna um mestre da arte de escrever depois de ler um livro que trata de técnicas de redação. Pode acreditar. Esse é apenas o primeiro passo!

A habilidade da escrita é algo que se desenvolve com o tempo e por meio de muito treinamento. Vocês se lembram de que, quando estávamos escrevendo nossas primeiras redações, a professora dizia que para escrever bem era necessário ler muito? Pois é, ela tinha toda razão!

O hábito da leitura influencia decisivamente na escrita. Somente por meio da leitura habitual é que uma pessoa consegue escrever com naturalidade. Por isso, a primeira dica que nós temos é que você adquira o hábito de ler. O concursando, naturalmente, deve ler muito para absorver todo o conteúdo necessário à aprovação. Mas nossa sugestão é que, pelo menos durante 30 minutos diários, você se dedique a ler com o objetivo de, além de absorver conteúdo, entender como o autor estrutura suas frases ao longo do texto. Nesse tipo de leitura, busque ser bastante crítico, observando detalhes como a estrutura do texto, tamanho das frases, coesão e coerência textual.

A leitura também irá ajudar no aperfeiçoamento do seu vocabulário, o qual necessita ser compatível com o assunto sobre o qual você irá discorrer. Assim, se você irá realizar uma prova de Direito Tributário, precisa estar acostumado a ler e a empregar na escrita expressões como “fato gerador”, “hipótese de incidência”, “crédito tributário”, e “capacidade contributiva”. Já se a prova discursiva for de Direito Constitucional, expressões como “controle de constitucionalidade”, “cláusulas pétreas”, “doutrina majoritária”, e “entendimento jurisprudencial” devem fluir com naturalidade.

Pronto! Você adquiriu o hábito da leitura! Mas será que isso já é suficiente para se sair bem em uma prova discursiva?

Obviamente a resposta é um sonoro não. Consideramos que outros dois atributos são essenciais para a resolução de questões discursivas. O primeiro é o conhecimento sobre o assunto a ser abordado; o segundo é estar com a escrita treinada para escrever uma resposta “matematicamente correta”.

Em relação ao primeiro ponto, vale a pena focar seus estudos em assuntos cuja cobrança em prova seja mais provável. Em Direito Tributário, por exemplo, temos observado que há uma forte tendência da ESAF em solicitar que o candidato disserte sobre “lançamento tributário” e “crédito tributário”. Já em Direito Constitucional, um tema que será sempre fortíssimo “candidato”, seja qual for a banca examinadora, é “controle de constitucionalidade.”

Quanto ao segundo ponto, a habilidade da escrita somente se desenvolve com o treinamento constante. E isso significa reservar um tempo razoável para resolver questões discursivas. Não adianta nada você ser um ótimo teórico de técnicas de redação se não colocar seus conhecimentos em prática. Para isso, algumas dicas se fazem necessárias:

1) Procure simular o ambiente de prova. A realização de uma prova discursiva é, para muitos, um momento de grande tensão, em que inúmeras variáveis estarão em jogo, como tempo disponível, número máximo e mínimo de linhas, tamanho da letra e extensão do tema.

Simular o ambiente de prova significa treinar conforme as condições de realização da prova previstas no edital. Assim, ao treinar para uma prova discursiva, procure ter consciência de quanto tempo você terá disponível para a resolução das questões e qual o número máximo e mínimo de linhas da resposta. Para isso, leia atentamente o edital, extraindo dele o maior número de informações possível.

Pronto! Você já conhece como será a prova! A hora é de colocar as mãos na massa! Escolha um lugar reservado, pegue uma caneta, uma folha de rascunho e a folha de respostas utilizada pela banca examinadora. Em seguida, selecione uma questão discursiva, aperte o cronômetro e comece a resolvê-la.

Ao fazer isso, o candidato irá se conhecer muito melhor e saberá quais são seus pontos fracos. Escrever na folha de respostas usada pela banca é fundamental, pois com isso é possível descobrir se o tamanho da sua letra está adequado para resolver a questão discursiva dentro do número de linhas previsto. Da mesma forma, escrever com tempo cronometrado permite que o candidato saiba como está o ritmo da sua escrita e se será ou não necessário aumentar a velocidade.

Há pessoas que têm muita facilidade em escrever e, justamente por causa disso, acabam escrevendo muito em questões discursivas. Ao treinar simulando a prova (inclusive com a folha de resposta utilizada pela banca), esse tipo de candidato irá perceber que não será fácil responder uma questão de 30 linhas. Consequência: já sabendo disso, ele irá se esforçar para ser mais objetivo ou até diminuir um pouco a letra.

Também há candidatos que, apesar de escreverem bem, têm um sério problema com o tempo disponível. Alguns extrapolam esse tempo; outros escrevem rápido demais. Se você é do tipo que demora muito para escrever, precisará, de alguma forma, aumentar seu ritmo. Já se você escreve rápido demais, poderá guardar um tempo razoável para fazer um bom planejamento do seu texto e, ainda, para a revisão.

2) Faça parte de grupos de estudo. O método de estudo que, comprovadamente, é o mais adequado na preparação para uma prova discursiva é o “estudo em grupos”. Hoje em dia, com a Internet, não é mais necessário que esses grupos se reúnam fisicamente, o que facilita bastante todo o processo.

Mas por que organizar grupos de estudos? Por que esse é um método de estudo eficiente?

Simples, pessoal! Escrever não é algo fácil; nós sabemos disso! Muitas vezes acaba dando preguiça! No entanto, quando você faz parte de um grupo, você é impelido a escrever, pois assumiu um compromisso com outras pessoas. Já ouviram falar na famosa “força do grupo”? A União não faz só açúcar, faz, igualmente, a força! Pois é, o grupo tem força mesmo! Se você vê as outras pessoas escrevendo, é natural que se esforce também em redigir.

Mas as vantagens de formar um grupo não param por aí! Essa forma de estudo permitirá que você tenha um feedback de suas redações. É possível, por exemplo, que vocês decidam resolver uma questão discursiva por semana e, ainda, que ela seja corrigida por outro membro do grupo.

Corrigir redações é, de fato, uma excelente forma de aperfeiçoar a escrita. Ao avaliar uma redação, você irá desenvolver espírito crítico e aprender a evitar os erros mais comuns. E isso, sem dúvida, irá se refletir no momento em que você começar a escrever.

Com essa metodologia, podemos dizer que o ganho será triplo! Em primeiro lugar, ao fazer a redação, você está desenvolvendo sua capacidade de escrita. Em segundo lugar, ao corrigir a redação, seu senso crítico está sendo aperfeiçoado. Finalmente, ao receber o feedback, você irá identificar os pontos negativos na sua escrita, o que lhe permitirá agir em cima deles.

3) Procurar o auxílio de um professor. No processo de desenvolvimento da escrita, também consideramos primordial receber o feedback de um professor. Aprender as técnicas de redação é possível por meio da leitura de um livro. No entanto, ao colocá-las em prática, você certamente cometerá alguns erros. É nesse momento que entra o trabalho do professor, que terá condições de apontar seus pontos negativos.

Um detalhe importante que merece nossa atenção é que, além do professor saber as técnicas de produção e estruturação de um texto, ele também precisa ter conhecimento aprofundado sobre o assunto sobre o qual você discorreu em sua redação. Hoje em dia, em concursos de alto nível, as bancas examinadoras usam as questões discursivas como forma de medir o real conhecimento dos candidatos sobre o assunto e a avaliação extrapola a parte formal do texto.  

Dessa forma, não adianta o concursando ser um “Machado de Assis”, pois se ele não souber o assunto, sua resposta será, muito provavelmente, um fracasso. Temos observado, inclusive, que muitos alunos recebem notas baixas em provas discursivas em razão de pequenas imprecisões cometidas quanto ao conteúdo. Não é que o candidato não saiba a matéria. Ele sabe, mas no momento de escrever incorre em argumentações inexatas que causam descontos em sua pontuação. Identificar esses pequenos desvios é trabalho para um professor especialista, que poderá dar uns “toques” ao concursando.

Não queremos aqui desmerecer o trabalho dos professores de “Língua Portuguesa” e “Redação”. Ao contrário disso, achamos que o ideal é que uma mesma redação seja corrigida por dois professores: um professor de “Redação” (que a corrigirá quanto aos aspectos formais); e um professor especialista na disciplina (que a corrigirá quanto ao conteúdo).

Mas como conseguir esse tipo de serviço?

Amigos, já há disponibilidade no mercado de concursos públicos de cursos específicos para as provas discursivas, seja em plataforma telepresencial, vídeo-aulas, aulas escritas ou mesmo presencias. A maioria desses cursos oferece o serviço de correção de redações por professores especialistas, metodologia que tem dado resultados bastante positivos.

4) Seguir uma metodologia de estudo: uma metodologia que poderá ser empregada com o auxílio deste curso e que proporcionará excelentes resultados, permitindo ainda a assimilação do conteúdo da disciplina, é a seguinte:

a) Ler sobre um assunto em um livro teórico. Exemplo: o concursando lê sobre o assunto “imunidades tributárias” em um livro de teoria de Direito Tributário.

b) Feita a leitura, o candidato faz um resumo da matéria. Esse resumo pode ser feito à medida que se vai lendo sobre o assunto ou, ainda, a posteriori. O resumo servirá como fonte para uma futura revisão da matéria, e será, ainda, o primeiro passo no treinamento para a prova discursiva.

c) Feito o resumo, o aluno deve buscar resolver algumas questões objetivas sobre o assunto. (essa fase do concurso também é muito importante!)

d) Agora você já está fera no assunto! Já leu sobre “Imunidades Tributárias”, fez o seu resumo e resolveu questões objetivas. Portanto, só falta praticar a discursiva.

e) Escolha uma questão discursiva que trate do assunto dentre as que serão apresentadas no curso. Leia o enunciado, estude as orientações do professor e tente resolver a questão por conta própria, antes de consultar a proposta de solução. Em seguida, compare sua resposta com a resolução proposta pelo Professor, buscando identificar se você abordou todos os tópicos que provavelmente a banca examinadora esperaria. Seja crítico com seu texto!

Amigos, sabemos que não é fácil seguir essa metodologia, mas podemos garantir que ela é vitoriosa! Como escreveu Bill Russell[1]:

“Sucesso é o resultado da prática constante de fundamentos e ações vencedoras. Não há nada de milagroso no processo, nem sorte envolvida. Amadores aspiram, profissionais trabalham.”

5) Preparar-se psicologicamente.: Há muitos candidatos que têm verdadeiro “pavor” às provas discursivas. O receio é tão grande que só de pensar em escrever o candidato já fica nervoso. No momento da prova, então, nem se fala! É branco na certa!

Por isso, a preparação psicológica para enfrentar uma prova discursiva é fundamental. Nós gostamos de dizer que esse tipo de prova é o que mais mede o conhecimento do aluno, ou seja, se ele realmente está sabendo o assunto, ele tem tudo para lograr aprovação e classificação.

Basta pensarmos o seguinte: na prova objetiva, existem as famosas “pegadinhas” das bancas examinadoras, verdadeiras “cascas de banana”, que acabam enganando até os candidatos mais preparados. Na prova discursiva, o negócio é bem diferente! Ela representa uma oportunidade do candidato externar todo o seu conhecimento sobre um tema, isto é, mostrar à banca examinadora que ele está preparado. Assim, se você está sabendo a matéria, não há motivo para qualquer tipo de receio. A prova discursiva será um “passeio”!

Mas e o famoso “branco”? E se acontecer comigo?

Não vamos mentir pra você! O “branco” pode acontecer sim, mas até isso tem remédio. Sem dúvida alguma, a avalanche de informações que o concursando deve guardar é tão grande que pode, em um primeiro momento, afetar a habilidade de recordação. Segundo psicólogos, essa é a tal “síndrome da fadiga da observação”!

No entanto, podemos garantir que tudo o que você estudou está em seu subconsciente. Assim, o importante diante do “branco” é ter calma. Pare e pense; anote na folha de rascunho todas as ideias que vieram à sua cabeça. Se você teve “branco”, esteja certo de que vários outros candidatos, inclusive aqueles que estão entre os mais preparados, também tiveram. É natural! O jeito é não se desesperar. Em algum lugar da sua memória (às vezes um pouco escondido!), está armazenado o conhecimento necessário para resolver a questão.

6) Conhecer a banca examinadora. Em um concurso público, a banca examinadora é o seu principal adversário e deve ser vencida.  Para isso, precisamos ter em mente a filosofia do mestre Sun Tzu[2]:

“Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas. Se você se conhece, mas não conhece o inimigo, para cada vitória ganha sofrerá também uma derrota. Se você não conhece nem o inimigo nem a si mesmo, perderá todas as batalhas.”

Mas como conhecer a banca examinadora? Que estratégias você poderá utilizar para isso?

Bem, pessoal, há vários aspectos importantes a serem analisados! Antes de mais nada, é necessário conhecer o maior número possível de questões discursivas de concursos anteriores elaboradas pela banca examinadora. Conhecendo essas questões, já será possível perceber quais assuntos são os “queridinhos”, por exemplo, da ESAF, do CESPE, da FCC. Vocês verão que cada banca possui uma determinada tendência, o que nos dá boa margem de previsibilidade para uma questão futura. Podem ter certeza de uma coisa: os professores que acertam os temas a serem cobrados em uma prova discursiva não têm qualquer acesso à Mãe Dináh, tampouco fizeram um estágio com o Mister M. Na verdade, eles simplesmente estudaram a tendência da banca e analisaram os temas mais importantes.

Além disso, é fundamental conhecer a grade de correção específica da banca, isto é, saber exatamente quantos pontos são descontados por cada tipo de erro de conteúdo ou de uso do idioma. Escrever um texto pensando na grade de correção é uma excelente maneira de se evitar erros.

 


[1]           RUSSELL, Bill; FALKNER, David. Russell Rules. Penguin Putnam, 2001.

[2]           TZU, Sun. A arte da guerra. Ed. Martin Claret, 2002.

 

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