Administração Geral para MPU - parte 8

por Adriel Sá em 01/05/2013
Olá, pessoal. Dando sequência à nossa revisão para o concurso do MPU, posto hoje questões da banca abordando o assunto "Planejamento e Estratégia".

No que precisarem sobre o assunto, coloco-me à disposição.

adrieldesa@hotmail.com

Sucesso a todos, e que Deus nos abençoe sempre!


Planejamento (Estratégico, Tático e Operacional) e Estratégia

  1. CESPE/ CÂMARA DOS DEPUTADOS/ TÉCNICO EM MATERIAL E PATRIMÔNIO/ 2012

    Julgue o seguinte item, relativo ao planejamento estratégico.

 

O grau negativo de interação entre uma organização e o ambiente pode ser classificado em reagente, adaptativo e inovativo; interações de grau negativo frequentemente estão associadas a um crescimento organizacional lento e gradual.

Item errado.

Vasconcellos relaciona as interações entre uma organização e o ambiente em três graus, comportamentos e consequências:

Percerba que no grau de interação NEGATIVO o comportamento é: não reagente, não adaptativo, não inovativo. Nesse grau não há relação com o ambiente e sua consequência é a possível extinção.

  1. CESPE/ CÂMARA DOS DEPUTADOS/ TÉCNICO EM MATERIAL E PATRIMÔNIO/ 2012

    Julgue o seguinte item, relativo ao planejamento estratégico.

De acordo com especialistas, a maior parte das organizações ainda emprega técnicas de planejamento embasadas unicamente na superação de situações passadas.

Item certo.

A técnica mais comum e simples de planejamento estratégico é a análise de fatos históricos, e, com base nessa avaliação, é definida as estratégias e ações corretivas a fim de corrigi-los futuramente.

  1. CESPE/ CÂMARA DOS DEPUTADOS/ TÉCNICO EM MATERIAL E PATRIMÔNIO/ 2012

    Julgue o seguinte item, relativo ao planejamento estratégico.

No planejamento estratégico, estabelece-se a direção a ser seguida pela organização, formulando-se ações estratégicas que proporcionem maior sinergia entre a organização e o ambiente.

Item certo.

Segundo os autores Idalberto Chiavenato e Arão Sapiro, o planejamento estratégico é um processo de formulação de estratégias organizacionais para buscar a inserção da organização e de sua missão no ambiente onde ela atua.

Já para Peter Drucker, planejamento estratégico é o processo contínuo de, com o maior conhecimento possível do futuro considerado, tomar decisões atuais que envolvem riscos futuros aos resultados esperados; organizar as atividades necessárias à execução das decisões e, através de uma reavaliação sistemática, medir os resultados em face às expectativas alimentadas.

  1. (CESPE/ CBMDF / OFICIAL BOMBEIRO C INFORMÁTICA/ 2011)

    Julgue o item a seguir, a respeito de planejamento estratégico.

O planejamento estratégico não deve ser considerado instrumento passivo, simples resposta às oportunidades e ameaças apresentadas pelo ambiente externo, mas ferramenta gerencial ativa, adaptando contínua e ativamente a organização para fazer face às demandas de um ambiente em mudança.

Item certo.

O planejamento estratégico precisa ser um processo contínuo de tomar decisões atuais que envolvem riscos futuros aos resultados esperados; organizar as atividades necessárias à execução das decisões e, através de uma reavaliação sistemática, medir os resultados em face às expectativas alimentadas.

  1. (CESPE/ PREVIC / ANALISTA ADMINISTRATIVO/ 2011)

    De acordo com a teoria de sistemas, sistema consiste no conjunto de partes interagentes e interdependentes que, conjuntamente, formam um todo unitário com determinado objetivo e função. Um sistema compõe-se de objetivos, entradas, processo de transformação, saídas, controles, avaliações e retroalimentação ou realimentação ou feedback. Com base nessas informações, julgue o item subsecutivo.

O planejamento estratégico consiste em um sistema e caracteriza-se por tomar a organização como um todo perante seu ambiente.

Item certo.

Segundo o autor Djalma de Pinho Rebouças, como o planejamento estratégico trata de toda a empresa perante seu ambiente, é importante a conceituação de alguns aspectos da Teoria de Sistemas.

SISTEMA é o conjunto de partes interagentes e interdependentes que, conjuntamente, formam um todo unitário com determinado objetivo e efetuando uma função.

O planejamento estratégico é um sistema, pois tem um conjunto de partes interagentes e interdependentes, que devem consolidar um todo considerando os diversos fatores controláveis e não controláveis pela empresa, bem como busca determinado resultado - objetivos -, desenvolvendo uma função específica e importante nas empresas.

Outro aspecto a ser abordado é o ambiente do sistema.

AMBIENTE é o conjunto de todos os fatores que, dentro de um limite específico, se possa conceber como tendo alguma influência sobre a operação do sistema, o qual corresponde ao foco do estudo.

Há uma premissa de que o sistema, ou o que se está sendo estudado, é sempre a empresa como um todo. Nesse ponto, apresentam-se algumas considerações sobre os sistemas abertos, como, por exemplo, são as empresas que estão em permanente intercâmbio com seu ambiente e caracterizam-se por equilíbrio dinâmico.

Segundo Von Bertalanffy, dois conceitos ajudam a entender melhor o assunto:

- Equifinalidade - segundo a qual um mesmo estado final pode ser alcançado, partindo de diferentes condições iniciais e por maneiras diferentes; e

- Entropia negativa - mostra o empenho dos sistemas em se organizarem para a sobrevivência, por meio de maior ordenação.

  1. (CESPE/ EMPRESA BRASIL DE COMUNICAÇÃO / ADMINISTRAÇÃO/ 2011

    Tendo em vista que o planejamento, segundo Peter Drucker (1962), diz respeito às implicações futuras de decisões presentes, julgue o próximo item, referente aos diversos níveis de planejamento.

Os obstáculos à consecução de estratégias de uma organização são denominados, segundo a matriz FOFA, fraquezas, que constituem aspectos sobre os quais os gestores não têm controle.

Item errado.

- Forças e fraquezas: variáveis internas que os gestores têm controle como, por exemplo, recursos financeiros adequados (Força) ou instalações obsoletas (Fraquezas). Quando percebe-se um ponto forte, a organização deve ressaltá-lo e quando há um ponto fraco é necessário corrigi-lo ou pelo menos minimizar seus efeitos.

- Ameaças e oportunidades: são fatores externos os quais os gestores não têm controle, no entanto sendo importante monitorá-los. Entre as ameaças e oportunidades a serem consideras estão os fatores demográficos, econômicos, históricos, políticos, sociais, tecnológicos, sindicais, legais, entre outros.

  1. (CESPE/ EMPRESA BRASIL DE COMUNICAÇÃO / ADMINISTRAÇÃO/ 2011)

    Tendo em vista que o planejamento, segundo Peter Drucker (1962), diz respeito às implicações futuras de decisões presentes, julgue o próximo item, referente aos diversos níveis de planejamento.

O detalhamento das estratégias e políticas pela gerência intermediária, encarregada do planejamento tático, ou seja, aquele responsável por aprimorar o resultado de uma área específica da organização, resulta nos planos de ação, ferramentas características desse nível de planejamento.

Item errado.

Na consideração dos níveis organizacionais, podem-se distinguir três tipos de planejamento:

- ESTRATÉGICO – Processo administrativo que proporciona sustentação metodológica para se estabelecer a melhor direção a ser seguida pela empresa, visando ao otimizado grau de interação com os fatores externos – não controláveis – e atuando de forma inovadora e diferenciada. É de responsabilidade dos níveis mais altos da empresa e diz respeito tanto à formulação de objetivos quanto à seleção de cursos de ação a serem seguidos para sua consecução, levando em conta as condições externas e internas à empresa e sua evolução esperada.

Também considera as premissas básicas que a empresa, como um todo, deve respeitar para que o processo estratégico tenha coerência e sustentação decisória. O resultado do processo é um plano que serve para guiar a ação organizacional por um prazo de três a cinco anos (longo prazo).

- TÁTICO – Enquanto o planejamento estratégico envolve toda a organização, o planejamento tático envolve uma determinada unidade organizacional: um departamento ou divisão. É a metodologia administrativa que tem por finalidade otimizar determinada área de resultado e não a empresa como um todo. Portanto, trabalha com decomposições dos objetivos, estratégias e políticas estabelecidos no planejamento estratégico. É desenvolvido pelos níveis organizacionais intermediários, tendo como principal finalidade a utilização eficiente dos recursos disponíveis para consecução dos objetivos previamente fixados, segundo uma estratégia predeterminada, bem como as políticas orientativas para o processo decisório da empresa.

- OPERACIONAL – É elaborado pelos níveis organizacionais inferiores para o curto prazo , com foco nas atividades do dia a dia da empresa. Preocupa-se com “o que fazer” e com o “como fazer” as atividades cotidianas da organização. Os planos operacionais cuidam da administração da rotina para assegurar que todos executem as tarefas de acordo com os procedimentos estabelecidos pela organização a fim de que esta possa alcançar os seus objetivos.

Assim, os planos de ação são ferramentas típicas do planejamento operacional.

  1. (CESPE/ DETRAN-ES / ADMINISTRAÇÃO/ 2010)

    O desenvolvimento de planos táticos e operacionais assegura a eficácia do desempenho organizacional.

Item errado.

Segundo José Eduardo Freire, os planejamentos (sejam eles estratégico, tático e operacional) não são suficientes para assegurar a eficácia do desempenho organizacional isoladamente, ou seja, é necessário que atuem e influenciem de maneira integrada.

  1. (CESPE/ DETRAN-ES / ADMINISTRAÇÃO/ 2010)

    No processo de planejamento estratégico, são realizados, por meio de matriz SWOT, o mapeamento e a análise das forças e das fraquezas da organização, bem como das oportunidades e das ameaças proporcionadas pelo ambiente externo.

Item certo.

O termo SWOT é uma sigla oriunda do idioma inglês e significa Strengths (Forças), Weaknesses (Fraqueza), Opportunities (Oportunidades) e Threats (Ameaças).

A matriz SWOT (ou análise F.O.F.A., em português) foi desenvolvida como uma metodologia de análise do ambiente externo e interno da organização, dentro do planejamento estratégico. A ANÁLISE SWOT é um sistema simples para posicionar ou verificar a posição estratégica da empresa no ambiente em questão.

A aplicação da matriz SWOT é o cruzamento do que sejam as oportunidades e as ameaças externas à intenção estratégica da organização com as forças (pontos fortes) e fraquezas (pontos fracos) dessa organização (ambiente interno).

  1. (CESPE/ DETRAN-ES / ADMINISTRAÇÃO/ 2010)

    No planejamento operacional, comumente adotado com o objetivo de aprimorar os resultados de determinada área da organização, detalham-se os objetivos, as estratégias e as políticas elaboradas no processo de planejamento tático.

Item errado.

Na consideração dos níveis organizacionais, podem-se distinguir três tipos de planejamento:

- ESTRATÉGICO – Processo administrativo que proporciona sustentação metodológica para se estabelecer a melhor direção a ser seguida pela empresa, visando ao otimizado grau de interação com os fatores externos – não controláveis – e atuando de forma inovadora e diferenciada. É de responsabilidade dos níveis mais altos da empresa e diz respeito tanto à formulação de objetivos quanto à seleção de cursos de ação a serem seguidos para sua consecução, levando em conta as condições externas e internas à empresa e sua evolução esperada.

Também considera as premissas básicas que a empresa, como um todo, deve respeitar para que o processo estratégico tenha coerência e sustentação decisória. O resultado do processo é um plano que serve para guiar a ação organizacional por um prazo de três a cinco anos (longo prazo).

- TÁTICO – Enquanto o planejamento estratégico envolve toda a organização, o planejamento tático envolve uma determinada unidade organizacional: um departamento ou divisão. É a metodologia administrativa que tem por finalidade otimizar determinada área de resultado e não a empresa como um todo. Portanto, trabalha com decomposições dos objetivos, estratégias e políticas estabelecidos no planejamento estratégico. É desenvolvido pelos níveis organizacionais intermediários, tendo como principal finalidade a utilização eficiente dos recursos disponíveis para consecução dos objetivos previamente fixados, segundo uma estratégia predeterminada, bem como as políticas orientativas para o processo decisório da empresa.

- OPERACIONAL – É elaborado pelos níveis organizacionais inferiores para o curto prazo , com foco nas atividades do dia a dia da empresa. Preocupa-se com “o que fazer” e com o “como fazer” as atividades cotidianas da organização. Os planos operacionais cuidam da administração da rotina para assegurar que todos executem as tarefas de acordo com os procedimentos estabelecidos pela organização a fim de que esta possa alcançar os seus objetivos.

Portanto, os objetivos, as estratégias e as políticas são elaboradas no processo de planejamento estratégico. Aí, sim, na sequência, o planejamento estratégico é desdobrado em planejamentos táticos, enquanto estes se desdobram em planos operacionais para a sua realização.

  1. (CESPE/ DETRAN-ES / ADMINISTRAÇÃO/ 2010)

    Entre as atividades características do planejamento operacional incluem-se a definição de responsáveis pela execução do projeto, o estabelecimento de prazos, a determinação de procedimentos básicos a serem adotados, a definição de produtos e resultados finais esperados e a elaboração de planos de ação.

Item certo.

O planejamento operacional é elaborado pelos níveis organizacionais inferiores para o curto prazo, com foco nas atividades do dia a dia da empresa. Assim, atividades como execução de projetos, estabelecimento de prazos, determinação de procedimentos básicos a serem adotados, definição de produtos e resultados finais esperados e, ainda, a elaboração de planos de ação setoriais são desenvolvidos dentro do planejamento operacional. Preocupa-se com “o que fazer” e com o “como fazer” as atividades cotidianas da organização. Os planos operacionais cuidam da administração da rotina para assegurar que todos executem as tarefas de acordo com os procedimentos estabelecidos pela organização a fim de que esta possa alcançar os seus objetivos.

  1. (CESPE/ DETRAN-ES / ADMINISTRAÇÃO/ 2010)

    Com relação ao planejamento organizacional e ao impacto do ambiente nas organizações, julgue o item subsequente.

Na abordagem sistêmica, a morfogênese permite que as organizações corrijam seus rumos diante de mudanças no ambiente externo.

Item certo.

Djalma de Pinho Rebouças enfatiza a empresa perante seu ambiente, trazendo conceituações sobre a Teoria de Sistemas. Observe:

- Propósito ou objetivo – todo sistema tem um objetivo a ser atingido.

- Globalismo ou totalidade – o sistema reage globalmente ao estímulo a uma de suas partes.

- Unidade – a cada parte do sistema (unidade) compete um papel, que se não realizado leva a um desequilíbrio do todo.

- Interdependência – apesar de diferenciadas, as unidades que formam um sistema são interdependentes, ou seja, uma influencia a ação da outra.

- Homeostasia – tentativa do sistema de manter o seu equilíbrio interno.

- Entropia – tendência natural dos organismos à degeneração (morte).

- Entropia Negativa – capacidade dos organismos de reverterem o processo entrópico (degeneração).

- Morfogênese – capacidade dos organismos de desenvolverem novas estruturas, visando adequação à realidade ambiental.

- Fronteiras – limites existentes entre os sistemas.

  1. (CESPE/ DETRAN-ES / ADMINISTRAÇÃO/ 2010)

    A análise SWOT é uma das ferramentas que podem ser utilizadas pelo supervisor técnico de uma organização para a elaboração de plano operacional.

Item errado.

O termo SWOT é uma sigla oriunda do idioma inglês e significa Strengths (Forças), Weaknesses (Fraqueza), Opportunities (Oportunidades) e Threats (Ameaças).

A matriz SWOT (ou análise F.O.F.A., em português) foi desenvolvida como uma metodologia de análise do ambiente externo e interno da organização, dentro do planejamento estratégico. A ANÁLISE SWOT é um sistema simples para posicionar ou verificar a posição estratégica da empresa no ambiente em questão.

A aplicação da matriz SWOT é o cruzamento do que sejam as oportunidades e as ameaças externas à intenção estratégica da organização com as forças (pontos fortes) e fraquezas (pontos fracos) dessa organização (ambiente interno).

  1. (CESPE/ DETRAN-ES / ADMINISTRAÇÃO/ 2010)

    Entre as atribuições do profissional de planejamento operacional inclui-se a elaboração de políticas e diretrizes para a organização.

Item errado.

Segundo Oliveira (1995), os objetivos, estratégias e políticas são estabelecidas no planejamento estratégico, que busca estabelecer um processo gerencial que possibilita ao executivo estabelecer o rumo a ser seguido pela empresa, com vistas a obter um nível de otimização na relação da empresa com seu ambiente.

  1. (CESPE/ DETRAN-ES / ADMINISTRAÇÃO/ 2010)

    Durante o processo de elaboração do planejamento estratégico, são estabelecidas a visão, a missão e os valores das organizações.

Item certo.

Na lição de Chiavenato, o planejamento estratégico é uma metodologia gerencial que permite estabelecer a direção a ser seguida pela organização, visando um maior grau de interação com o ambiente. Trata-se de um processo contínuo durante o qual são definidos e revisados a missão da organização, a visão de futuro, os objetivos, os valores e os projetos de intervenção que visam a mudança desejada.

  1. (CESPE/ DETRAN-ES / ADMINISTRAÇÃO/ 2010)

    Em avaliações de ambiente externo por meio de análise SWOT, compreende-se a baixa qualidade dos recursos humanos existentes como uma ameaça à organização.

Item errado.

Os recursos humanos estão relacionados com o ambiente interno (Forças ou Fraquezas) da organização, são os funcionários da organização. Já as oportunidades e ameaças se referem ao ambiente externo, são fatores externos, os quais a empresa não pode controlar, sendo, no entanto, importante monitorá-los.

  1. (CESPE/ POLÍCIA FEDERAL / AGENTE DA POLÍCIA FEDERAL/2012)

    Julgue o item seguinte, referente à administração e processo administrativo.

A matriz SWOT consiste em ferramenta típica de planejamento operacional.

Item errado.

O termo SWOT é uma sigla oriunda do idioma inglês e significa Strengths (Forças), Weaknesses (Fraqueza), Opportunities (Oportunidades) e Threats (Ameaças).

A matriz SWOT (ou análise F.O.F.A., em português) foi desenvolvida como uma metodologia de análise do ambiente externo e interno da organização, dentro do planejamento estratégico. A ANÁLISE SWOT é um sistema simples para posicionar ou verificar a posição estratégica da empresa no ambiente em questão.

A aplicação da matriz SWOT é o cruzamento do que sejam as oportunidades e as ameaças externas à intenção estratégica da organização com as forças (pontos fortes) e fraquezas (pontos fracos) dessa organização.

  1. (CESPE / FINEP/ ADMINISTRADOR RH/ 2009)

    É correto definir estratégia como a formalização das metodologias de desenvolvimento e implantação de resultados específicos que serão alcançados pelas áreas funcionais da empresa.

Item errado.

Segundo Djalma de Pinho Rebouças de Oliveira, esse é o conceito de Planejamento Operacional: “Formalização das metodologias de desenvolvimento e implementação de resultados específicos a serem alcançados pelas áreas funcionais da empresa.

  1. (CESPE / FINEP/ ADMINISTRADOR RH/ 2009)

    É correto definir estratégia como a medida do rendimento global do sistema, pela qual se faz o que precisa ser feito, com referência à contribuição dos resultados obtidos para o alcance dos objetivos globais da empresa.

Item errado.

Segundo Peter Drucker, esse é o conceito de eficácia: “Medida do rendimento global do Sistema. É fazer o que é preciso ser feito. Refere-se à contribuição dos resultados obtidos para alcance dos objetivos globais da Empresa”.

  1. (CESPE / FINEP/ ADMINISTRADOR RH/ 2009)

    É correto definir estratégia como o que satisfaz uma necessidade e representa um sentimento de carência em alguém, que produz desconforto e desejo de aliviá-lo.

Item errado.

Maslow (1999) explica que ainda não encontrado uma completa definição comportamental de motivação e que o comportamento do homem no tocante a carências e desejos ainda necessita de objetividade na observação, sendo essas informações tradicionalmente subjetivas.

Assim, a assertiva traz o conceito de motivação.

  1. (CESPE / FINEP/ ADMINISTRADOR RH/ 2009)

    É correto definir estratégia como a habilidade do sistema de se modificar a si e(ou) ao seu ambiente, quando pelo menos um deles se altera.

Item errado.

Segundo Djalma de Pinho Rebouças de Oliveira, esse é o conceito de adaptação do sistema: a habilidade do sistema em se modificar – adaptação passiva – e/ou a seu ambiente – adaptação ativa –, quando, pelo menos, um deles se altera.

  1. (CESPE / FINEP/ ADMINISTRADOR RH/ 2009)

    É correto definir estratégia como um plano com vistas à interação com o ambiente competitivo a fim de chegar aos objetivos organizacionais.

Item certo.

Djalma de Pinho Rebouças de Oliveira conceitua estratégia como o caminho, maneira ou ação formulada e adequada para alcançar, preferencialmente de maneira diferenciada, os objetivos, desafios e metas estabelecidos, no melhor posicionamento da empresa perante seu ambiente.

  1. 2012 - MPE-PI - Técnico Ministerial - Área Administrativa

    BSC (balanced score card) é uma ferramenta de apoio ao planejamento operacional, visto que seus fundamentos são balizados em um sistema de indicadores.

Item errado.

Conforme Campos (2001), o Balanced Scorecard foi criado para solucionar o problema de comunicação do planejamento empresa como um todo, visando utilizar uma visão holística da administração em beneficio do seu planejamento estratégico.

  1. 2011 - AL-ES - Técnico Legislativo - Sênior I

    O planejamento estratégico é um instrumento que permite a previsão e o planejamento de ações futuras.

Item certo.

Segundo Peter Drucker, planejamento estratégico é o processo contínuo de sistematicamente e com o maior conhecimento possível do futuro contido, tomar decisões atuais que envolvem riscos; organizar sistematicamente as atividades necessárias à execução dessas decisões e, através de uma retroalimentação organizada e sistemática, medir o resultado dessas decisões em confronto com as expectativas alimentadas.

  1. 2011 - AL-ES - Técnico Legislativo - Sênior I

    O diagnóstico estratégico é comumente realizado em uma etapa precedente do planejamento estratégico.

Item errado.

Segundo leciona Djalma de Pinho Rebouças de Oliveira, o diagnóstico estratégico é uma das etapas incluídas na elaboração do planejamento estratégico.

Segundo o autor, as etapas do planejamento são:

1. Diagnóstico estratégico

2. Definissão da missão

3. Definição dos instrumentos prescritivos e quantitativos

4. Controle e avaliação

  1. 2011 - AL-ES - Técnico Legislativo - Sênior I

    A formulação da estratégia diz respeito somente à organização, que deve sempre estar preparada para a mudança, independentemente do ambiente em que esteja inserida.

Item errado.

Segundo Chiavenato, a formulação de uma estratégia empresarial está inserida em uma multiplicidade de fatores e componentes dos ambientes interno e externo. Muitos desses fatores estão situados completamente fora do controle e da previsão da empresa.

  1. 2012 - MPE-PI - Técnico Ministerial - Área Administrativa

    BSC (balanced score card) é uma ferramenta de apoio ao planejamento operacional, visto que seus fundamentos são balizados em um sistema de indicadores.

Item errado.

Conforme Campos (2001), o Balanced Scorecard foi criado para solucionar o problema de comunicação do planejamento empresa como um todo, visando utilizar uma visão holística da administração em beneficio do seu planejamento estratégico.

  1. 2011 - AL-ES - Técnico Legislativo - Sênior I

    O planejamento estratégico é um instrumento que permite a previsão e o planejamento de ações futuras.

Item certo.

Segundo Peter Drucker, planejamento estratégico é o processo contínuo de sistematicamente e com o maior conhecimento possível do futuro contido, tomar decisões atuais que envolvem riscos; organizar sistematicamente as atividades necessárias à execução dessas decisões e, através de uma retroalimentação organizada e sistemática, medir o resultado dessas decisões em confronto com as expectativas alimentadas.

  1. 2011 - AL-ES - Técnico Legislativo - Sênior I

    O diagnóstico estratégico é comumente realizado em uma etapa precedente do planejamento estratégico.

Item errado.

Segundo leciona Djalma de Pinho Rebouças de Oliveira, o diagnóstico estratégico é uma das etapas incluídas na elaboração do planejamento estratégico.

Segundo o autor, as etapas do planejamento são:

1. Diagnóstico estratégico

2. Definissão da missão

3. Definição dos instrumentos prescritivos e quantitativos

4. Controle e avaliação

  1. 2011 - AL-ES - Técnico Legislativo - Sênior I

    A formulação da estratégia diz respeito somente à organização, que deve sempre estar preparada para a mudança, independentemente do ambiente em que esteja inserida.

Item errado.

Segundo Chiavenato, a formulação de uma estratégia empresarial está inserida em uma multiplicidade de fatores e componentes dos ambientes interno e externo. Muitos desses fatores estão situados completamente fora do controle e da previsão da empresa.

  1. 2011 - TRE-ES - Técnico Judiciário - Área Administrativa

    A existência de pouco pessoal especializado na área jurídica do quadro de pessoal de um tribunal constitui exemplo de ameaça, de acordo com a análise SWOT.

Item errado.

- Forças e fraquezas: variáveis internas que os gestores têm controle como, por exemplo, recursos financeiros adequados (Força) ou instalações obsoletas (Fraquezas). Quando percebe-se um ponto forte, a organização deve ressaltá-lo e quando há um ponto fraco é necessário corrigi-lo ou pelo menos minimizar seus efeitos.

- Ameaças e oportunidades: são fatores externos os quais os gestores não têm controle, no entanto sendo importante monitorá-los. Entre as ameaças e oportunidades a serem consideras estão os fatores demográficos, econômicos, históricos, políticos, sociais, tecnológicos, sindicais, legais, entre outros.

Portanto, o exemplo dado caracteriza uma fraqueza.

  1. 2011 - TRE-ES - Técnico Judiciário - Área Administrativa

    O uso de ferramentas como o Balanced Scorecard (BSC) é inviável no modelo de gestão estratégica, dado o nível de atuação desse modelo.

Item errado.

Conforme Campos (2001), o Balanced Scorecard foi criado para solucionar o problema de comunicação do planejamento empresa como um todo, visando utilizar uma visão holística da administração em beneficio do seu planejamento estratégico.

  1. 2011 - TRE-ES - Técnico Judiciário - Área Administrativa

    Diminuir em 15% o volume de processos atrasados até o final de 2011 caracteriza-se, tecnicamente, como exemplo de indicador estratégico.

Item errado.

Segundo Filho (2007), indicadores são instrumentos que permitem identificar e medir aspectos relacionados a um determinado objeto, que no caso do plano estratégico será um objetivo ou um projeto. Já as metas de um indicador representam o desempenho quantitativo esperado para uma data futura.

Por exemplo:

Indicador: Aderência os padrões mínimos de TI.

Meta: Atender 100% dos padrões mínimos de TI.

  1. 2011 - TRE-ES - Técnico Judiciário - Área Administrativa

    O grande volume de recursos financeiros existente no âmbito de uma organização é exemplo de oportunidade, de acordo com a análise SWOT.

Item errado.

- Forças e fraquezas: variáveis internas que os gestores têm controle como, por exemplo, recursos financeiros adequados (Força) ou instalações obsoletas (Fraquezas). Quando percebe-se um ponto forte, a organização deve ressaltá-lo e quando há um ponto fraco é necessário corrigi-lo ou pelo menos minimizar seus efeitos.

- Ameaças e oportunidades: são fatores externos os quais os gestores não têm controle, no entanto sendo importante monitorá-los. Entre as ameaças e oportunidades a serem consideras estão os fatores demográficos, econômicos, históricos, políticos, sociais, tecnológicos, sindicais, legais, entre outros.

Portanto, o exemplo dado caracteriza uma força.

  1. 2010 - INCA - Assistente em Ciência e Tecnologia - Apoio Técnico Administrativo

    O desenvolvimento de um plano de metas genéricas para os próximos 20 anos, com aspectos de prevenção de doenças e construção de novos hospitais em todo o Brasil, é um exemplo de planejamento operacional.

Item errado.

Na consideração dos níveis organizacionais, podem-se distinguir três tipos de planejamento:

- ESTRATÉGICO – Processo administrativo que proporciona sustentação metodológica para se estabelecer a melhor direção a ser seguida pela empresa, visando ao otimizado grau de interação com os fatores externos – não controláveis – e atuando de forma inovadora e diferenciada. É de responsabilidade dos níveis mais altos da empresa e diz respeito tanto à formulação de objetivos quanto à seleção de cursos de ação a serem seguidos para sua consecução, levando em conta as condições externas e internas à empresa e sua evolução esperada.

Também considera as premissas básicas que a empresa, como um todo, deve respeitar para que o processo estratégico tenha coerência e sustentação decisória. O resultado do processo é um plano que serve para guiar a ação organizacional por um prazo de três a cinco anos (longo prazo).

- TÁTICO – Enquanto o planejamento estratégico envolve toda a organização, o planejamento tático envolve uma determinada unidade organizacional: um departamento ou divisão. É a metodologia administrativa que tem por finalidade otimizar determinada área de resultado e não a empresa como um todo. Portanto, trabalha com decomposições dos objetivos, estratégias e políticas estabelecidos no planejamento estratégico. É desenvolvido pelos níveis organizacionais intermediários, tendo como principal finalidade a utilização eficiente dos recursos disponíveis para consecução dos objetivos previamente fixados, segundo uma estratégia predeterminada, bem como as políticas orientativas para o processo decisório da empresa.

- OPERACIONAL – É elaborado pelos níveis organizacionais inferiores para o curto prazo , com foco nas atividades do dia a dia da empresa. Preocupa-se com “o que fazer” e com o “como fazer” as atividades cotidianas da organização. Os planos operacionais cuidam da administração da rotina para assegurar que todos executem as tarefas de acordo com os procedimentos estabelecidos pela organização a fim de que esta possa alcançar os seus objetivos.

Portanto, o desenvolvimento de um plano de metas genéricas para os próximos 20 anos, com aspectos de prevenção de doenças e construção de novos hospitais em todo o Brasil, é um exemplo de planejamento estratégico.

  1. 2010 - INCA - Assistente em Ciência e Tecnologia - Apoio Técnico Administrativo

    A elaboração dos protocolos de atendimento ao público desenvolvidos nos postos de saúde é exemplo de planejamento estratégico.

Item errado.

Na consideração dos níveis organizacionais, podem-se distinguir três tipos de planejamento:

- ESTRATÉGICO – Processo administrativo que proporciona sustentação metodológica para se estabelecer a melhor direção a ser seguida pela empresa, visando ao otimizado grau de interação com os fatores externos – não controláveis – e atuando de forma inovadora e diferenciada. É de responsabilidade dos níveis mais altos da empresa e diz respeito tanto à formulação de objetivos quanto à seleção de cursos de ação a serem seguidos para sua consecução, levando em conta as condições externas e internas à empresa e sua evolução esperada.

Também considera as premissas básicas que a empresa, como um todo, deve respeitar para que o processo estratégico tenha coerência e sustentação decisória. O resultado do processo é um plano que serve para guiar a ação organizacional por um prazo de três a cinco anos (longo prazo).

- TÁTICO – Enquanto o planejamento estratégico envolve toda a organização, o planejamento tático envolve uma determinada unidade organizacional: um departamento ou divisão. É a metodologia administrativa que tem por finalidade otimizar determinada área de resultado e não a empresa como um todo. Portanto, trabalha com decomposições dos objetivos, estratégias e políticas estabelecidos no planejamento estratégico. É desenvolvido pelos níveis organizacionais intermediários, tendo como principal finalidade a utilização eficiente dos recursos disponíveis para consecução dos objetivos previamente fixados, segundo uma estratégia predeterminada, bem como as políticas orientativas para o processo decisório da empresa.

- OPERACIONAL – É elaborado pelos níveis organizacionais inferiores para o curto prazo, com foco nas atividades do dia a dia da empresa. Preocupa-se com “o que fazer” e com o “como fazer” as atividades cotidianas da organização. Os planos operacionais cuidam da administração da rotina para assegurar que todos executem as tarefas de acordo com os procedimentos estabelecidos pela organização a fim de que esta possa alcançar os seus objetivos.

Portanto, a elaboração dos protocolos de atendimento ao público desenvolvidos nos postos de saúde é exemplo de planejamento operacional.

  1. (CESPE / TCU / ANALISTA DE CONTROLE EXTERNO – PLANEJAMENTO E GESTÃO/ 2008)

    Pode-se dar como exemplos de temas estratégicos para uma organização pública: na perspectiva de processos internos, a excelência operacional; na perspectiva do aprendizado e crescimento, a capacitação dos funcionários e o clima organizacional para a ação.

Item certo.

Segundo leciona Augustinho Paludo, em seu livro Administração Pública, na perspectiva de processos internos, busca-se, além de outros temas, identificar-se se os processos de negócios em que a organização e suas operações estão alinhados. Já pela perspectiva do aprendizado e do crescimento, abarca-se os principais ativos intangíveis, como pessoas e o clima/motivação, além da cultura organizacional.

  1. (CESPE / TCU / ANALISTA DE CONTROLE EXTERNO – PLANEJAMENTO E GESTÃO/ 2008)

    Determinada organização pública encontra-se diante do seguinte quadro:

Servidores desmotivados para o desenvolvimento das atividades que lhe são atribuídas;

Perspectiva de corte do orçamento previsto para suas atividades;

Servidores com alto grau de capacitação para o desenvolvimento das atividades previstas em seus cargos;

Instalações deficientes;

Predisposição de parlamentares a apoiar a mudança da legislação, de modo a conceder maior autonomia à organização.

Com referência à análise SWOT e à aplicação dessa análise à situação acima descrita, julgue o item a seguir:

O fato de os servidores estarem desmotivados para o desenvolvimento das atividades que lhe são atribuídas é um exemplo de ameaça à organização.

Item errado.

- Forças e fraquezas: variáveis internas que os gestores têm controle como, por exemplo, recursos financeiros adequados (Força) ou instalações obsoletas (Fraquezas). Quando percebe-se um ponto forte, a organização deve ressaltá-lo e quando há um ponto fraco é necessário corrigi-lo ou pelo menos minimizar seus efeitos.

- Ameaças e oportunidades: são fatores externos os quais os gestores não têm controle, no entanto sendo importante monitorá-los. Entre as ameaças e oportunidades a serem consideras estão os fatores demográficos, econômicos, históricos, políticos, sociais, tecnológicos, sindicais, legais, entre outros.

Portanto, o fato de os servidores estarem desmotivados para o desenvolvimento das atividades que lhe são atribuídas é um exemplo de fraqueza (ambiente interno) à organização.

  1. (CESPE / TCU / ANALISTA DE CONTROLE EXTERNO – PLANEJAMENTO E GESTÃO/ 2008)

    Determinada organização pública encontra-se diante do seguinte quadro:

Servidores desmotivados para o desenvolvimento das atividades que lhe são atribuídas;

Perspectiva de corte do orçamento previsto para suas atividades;

Servidores com alto grau de capacitação para o desenvolvimento das atividades previstas em seus cargos;

Instalações deficientes;

Predisposição de parlamentares a apoiar a mudança da legislação, de modo a conceder maior autonomia à organização.

Com referência à análise SWOT e à aplicação dessa análise à situação acima descrita, julgue o item a seguir:

O fato de os servidores terem alto grau de capacitação para o desenvolvimento das atividades previstas em seus cargos é um exemplo de força da organização.

Item certo.

- Forças e fraquezas: variáveis internas que os gestores têm controle como, por exemplo, recursos financeiros adequados (Força) ou instalações obsoletas (Fraquezas). Quando percebe-se um ponto forte, a organização deve ressaltá-lo e quando há um ponto fraco é necessário corrigi-lo ou pelo menos minimizar seus efeitos.

- Ameaças e oportunidades: são fatores externos os quais os gestores não têm controle, no entanto sendo importante monitorá-los. Entre as ameaças e oportunidades a serem consideras estão os fatores demográficos, econômicos, históricos, políticos, sociais, tecnológicos, sindicais, legais, entre outros.

Portanto, o fato de os servidores terem alto grau de capacitação para o desenvolvimento das atividades previstas em seus cargos é um exemplo de força (ambinete interno) da organização.

  1. (CESPE / TCU / ANALISTA DE CONTROLE EXTERNO – PLANEJAMENTO E GESTÃO/ 2008)

    Determinada organização pública encontra-se diante do seguinte quadro:

Servidores desmotivados para o desenvolvimento das atividades que lhe são atribuídas;

Perspectiva de corte do orçamento previsto para suas atividades;

Servidores com alto grau de capacitação para o desenvolvimento das atividades previstas em seus cargos;

Instalações deficientes;

Predisposição de parlamentares a apoiar a mudança da legislação, de modo a conceder maior autonomia à organização.

Com referência à análise SWOT e à aplicação dessa análise à situação acima descrita, julgue o item a seguir:

A predisposição parlamentar de apoio à mudança da legislação constitui um exemplo de força da organização.

Item errado.

Apoio à mudança na legislação é uma variável externa, logo a organização pública não tem controle sobre essa variável. Assim, é considerada uma oportunidade.

- Forças e fraquezas: variáveis internas que os gestores têm controle como, por exemplo, recursos financeiros adequados (Força) ou instalações obsoletas (Fraquezas). Quando percebe-se um ponto forte, a organização deve ressaltá-lo e quando há um ponto fraco é necessário corrigi-lo ou pelo menos minimizar seus efeitos.

- Ameaças e oportunidades: são fatores externos os quais os gestores não têm controle, no entanto sendo importante monitorá-los. Entre as ameaças e oportunidades a serem consideras estão os fatores demográficos, econômicos, históricos, políticos, sociais, tecnológicos, sindicais, legais, entre outros.

  1. (CESPE / TCU / ANALISTA DE CONTROLE EXTERNO – PLANEJAMENTO E GESTÃO/ 2008)

    Determinada organização pública encontra-se diante do seguinte quadro:

Servidores desmotivados para o desenvolvimento das atividades que lhe são atribuídas;

Perspectiva de corte do orçamento previsto para suas atividades;

Servidores com alto grau de capacitação para o desenvolvimento das atividades previstas em seus cargos;

Instalações deficientes;

Predisposição de parlamentares a apoiar a mudança da legislação, de modo a conceder maior autonomia à organização.

Com referência à análise SWOT e à aplicação dessa análise à situação acima descrita, julgue o item a seguir:

A perspectiva de corte do orçamento previsto para o desenvolvimento das atividades da organização constitui exemplo de ameaça à organização.

Item certo.

O corte do orçamento previsto para o desenvolvimento das atividades da organização pública é uma variável externa, logo a organização pública não tem controle sobre essa variável. Assim, é considerada uma ameaça.

- Forças e fraquezas: variáveis internas que os gestores têm controle como, por exemplo, recursos financeiros adequados (Força) ou instalações obsoletas (Fraquezas). Quando percebe-se um ponto forte, a organização deve ressaltá-lo e quando há um ponto fraco é necessário corrigi-lo ou pelo menos minimizar seus efeitos.

- Ameaças e oportunidades: são fatores externos os quais os gestores não têm controle, no entanto sendo importante monitorá-los. Entre as ameaças e oportunidades a serem consideras estão os fatores demográficos, econômicos, históricos, políticos, sociais, tecnológicos, sindicais, legais, entre outros.

Portanto, o fato de os servidores terem alto grau de capacitação para o desenvolvimento das atividades previstas em seus cargos é um exemplo de força (ambinete interno) da organização.

  1. (CESPE / TCU / ANALISTA DE CONTROLE EXTERNO – PLANEJAMENTO E GESTÃO/ 2008)

    A análise SWOT é obtida a partir da análise interna da organização, realizada ao longo de, no mínimo, um ano.

Item errado.

Segundo Kotler e Keller, a análise SWOT origina dos termos em inglês strengths, weaknesses, opportunities, threats que significam forças, fraquezas, oportunidades e ameaças, respectivamente; é uma análise da situação. Esta análise engloba os ambientes interno e externo da empresa, ao avaliar as forças e fraquezas do ambiente interno e as ameaças e oportunidades do ambiente externo da organização, fatores que afetam o desempenho organizacional.

  1. (CESPE / TCU / ANALISTA DE CONTROLE EXTERNO – PLANEJAMENTO E GESTÃO/ 2008)

    Determinada organização pública encontra-se diante do seguinte quadro:

Servidores desmotivados para o desenvolvimento das atividades que lhe são atribuídas;

Perspectiva de corte do orçamento previsto para suas atividades;

Servidores com alto grau de capacitação para o desenvolvimento das atividades previstas em seus cargos;

Instalações deficientes;

Predisposição de parlamentares a apoiar a mudança da legislação, de modo a conceder maior autonomia à organização.

Com referência à análise SWOT e à aplicação dessa análise à situação acima descrita, julgue o item a seguir:

Instalações deficientes são exemplos de fraqueza da organização.

Item certo.

Por ser uma variável interna, instalações deficientes são consideradas um exemplo de fraqueza da organização.

- Forças e fraquezas: variáveis internas que os gestores têm controle como, por exemplo, recursos financeiros adequados (Força) ou instalações obsoletas (Fraquezas). Quando percebe-se um ponto forte, a organização deve ressaltá-lo e quando há um ponto fraco é necessário corrigi-lo ou pelo menos minimizar seus efeitos.

- Ameaças e oportunidades: são fatores externos os quais os gestores não têm controle, no entanto sendo importante monitorá-los. Entre as ameaças e oportunidades a serem consideras estão os fatores demográficos, econômicos, históricos, políticos, sociais, tecnológicos, sindicais, legais, entre outros.

  1. 2013 - TRT - 10ª REGIÃO (DF e TO) - Analista Judiciário

    A alavancagem é uma estratégia oriunda da combinação entre os pontos fortes e as oportunidades identificados na análise SWOT.

Item certo.

Segundo Batista (2006), “a análise SWOT deve ser feita e interpretada de forma integrada, conjugando os elementos da análise interna e externa, por forma a que o diagnóstico que dela resulta seja fiável e constitua uma fonte de informação e suporte adequada às necessidades da gestão estratégica, que se ocupa das decisões que vão no fundo delinear o futuro a médio e longo prazo da organização”.

Nessa situação, o usuário irá interligar as informações constantes na ferramenta utilizada de tal forma que serão comparados os fatores internos com os externos. Seguem as correlações:

Maxi-Maxi (Forças e Oportunidade = Alavancagem) – É representado pela relação entre os Pontos Fortes e as Oportunidades. Nesse sentido, é a combinação mais importante e mais eficaz, pois visa maximizar suas forças através do aproveitamento das oportunidades.

Maxi-Mini (Forças e Ameaças = Vulnerabilidade) – As empresas questionam como utilizar seus pontos fortes para diminuir o potencial das ameaças pertinentes ao rendimento da empresa.

Mini-Maxi (Fraquezas e Oportunidades = Limitações) – É a questão da inviabilização da empresa em aproveitar as oportunidades em detrimento dos seus pontos fracos.

Mini-Mini (Fraquezas e Ameaças = Problemas) – Nessa situação, são encontrados os fatores de risco para a continuidade e para os resultados da empresa, pois a ocorrência das ameaças ganha mais força, já que a empresa não terá como reverter a situação. Essa combinação deve ser utilizada como base para uma estratégica mais defensiva.

  1. 2012 - TJ-AC - Analista Judiciário – Administração

    A análise situacional das forças e fraquezas pela matriz SWOT permite ver a situação da organização frente ao ambiente, ou seja, os aspectos positivos e negativos que devem ser aprimorados pela empresa.

Item certo.

Segundo Batista (2006), “a análise SWOT deve ser feita e interpretada de forma integrada, conjugando os elementos da análise interna e externa, por forma a que o diagnóstico que dela resulta seja fiável e constitua uma fonte de informação e suporte adequada às necessidades da gestão estratégica, que se ocupa das decisões que vão no fundo delinear o futuro a médio e longo prazo da organização”.

  1. 2012 - ANAC - Analista Administrativo

    Ao elaborar seu planejamento estratégico para fixação de objetivos, a empresa de aviação TKX fixou uma série de aspectos do ambiente interno e externo à empresa e chegou às seguintes conclusões: o capital para novos investimentos é insuficiente, a frota de aeronaves encontra-se com idade avançada, os funcionários são altamente qualificados, a concorrência com outras empresas que estão realizando fusões com companhias internacionais está acirrada e o governo federal pretende liberar uma linha de crédito para empresas de aviação que possuam projetos de expansão bem definidos e com período de implementação de curto prazo.

A possibilidade de o governo liberar uma linha de crédito para empresas de aviação que possuam projetos de expansão é um exemplo de oportunidade a ser considerada na análise estratégica de cenários.

Item certo.

Por ser uma variável externa, a possibilidade de o governo liberar uma linha de crédito para empresas de aviação que possuam projetos de expansão é um exemplo de oportunidade.

- Forças e fraquezas: variáveis internas que os gestores têm controle como, por exemplo, recursos financeiros adequados (Força) ou instalações obsoletas (Fraquezas). Quando percebe-se um ponto forte, a organização deve ressaltá-lo e quando há um ponto fraco é necessário corrigi-lo ou pelo menos minimizar seus efeitos.

- Ameaças e oportunidades: são fatores externos os quais os gestores não têm controle, no entanto sendo importante monitorá-los. Entre as ameaças e oportunidades a serem consideras estão os fatores demográficos, econômicos, históricos, políticos, sociais, tecnológicos, sindicais, legais, entre outros.

  1. 2012 - ANAC - Analista Administrativo

    Ao elaborar seu planejamento estratégico para fixação de objetivos, a empresa de aviação TKX fixou uma série de aspectos do ambiente interno e externo à empresa e chegou às seguintes conclusões: o capital para novos investimentos é insuficiente, a frota de aeronaves encontra-se com idade avançada, os funcionários são altamente qualificados, a concorrência com outras empresas que estão realizando fusões com companhias internacionais está acirrada e o governo federal pretende liberar uma linha de crédito para empresas de aviação que possuam projetos de expansão bem definidos e com período de implementação de curto prazo.

A empresa TKX, em sua análise estratégica, considera que a concorrência com outras empresas que estão realizando fusões com companhias internacionais caracteriza-se como uma ameaça.

Item certo.

A concorrência com outras empresas que estão realizando fusões com companhias internacionais caracteriza-se como uma ameaça (ambiente externo).

- Forças e fraquezas: variáveis internas que os gestores têm controle como, por exemplo, recursos financeiros adequados (Força) ou instalações obsoletas (Fraquezas). Quando percebe-se um ponto forte, a organização deve ressaltá-lo e quando há um ponto fraco é necessário corrigi-lo ou pelo menos minimizar seus efeitos.

- Ameaças e oportunidades: são fatores externos os quais os gestores não têm controle, no entanto sendo importante monitorá-los. Entre as ameaças e oportunidades a serem consideras estão os fatores demográficos, econômicos, históricos, políticos, sociais, tecnológicos, sindicais, legais, entre outros.

  1. 2012 - ANAC - Analista Administrativo

    Um fator crítico de sucesso da estratégia definida para aumento do número de aeronaves é o pequeno capital para investimento existente na TKX.

Item errado.

Conforme Caralli (2004), em mercados cada vez mais exigentse de inovações e qualidade, a necessidade de acesso às informações relacionadas ao seu papel na empresa e às suas responsabilidades particulares dos gerentes aumentam grandemente. Uma maneira de se determinar, com grande precisão, as informações necessárias é o método dos Fatores Críticos de Sucesso – FCS. Estes definem as áreas de performance essenciais para que a organização complete sua missão. Desta forma, qualquer atividade ou iniciativa que a organização toma, deve assegurar consistente alta performance nessas áreas; caso contrário, a organização pode não completá-la.

Assim, o pequeno capital para investimento existente na TKX não é um fator crítico de sucesso da estratégia definida, mas sim uma fraqueza. Um fator crítico de sucesso, nesse caso, seria o aumento de capital para investimentos.

  1. 2012 - ANAC - Analista Administrativo

    No cenário denominado manutenção tem-se a preponderância de forças em contraposição às ameaças.

Item certo.

Segundo Montana e Charnov (1998), o objetivo da SWOT é definir estratégias para manter pontos fortes, reduzir a intensidade de pontos fracos, aproveitando oportunidades e protegendo-se de ameaças. Diante da predominância de pontos fortes ou fracos e de oportunidades e ameaças, pode-se adotar estratégias que busquem a sobrevivência, manutenção, crescimento ou desenvolvimento da organização.

- Ambiente Interno (Pontos Fracos - Fraquezas) + Ambiente Externo (Pontos fracos – Ameaças) = SOBREVIVÊNCIA;

- Ambiente Interno (Pontos Fracos - Fraquezas) + Ambiente Externo (Pontos Fortes - Oportunidades) = CRESCIMENTO;

- Ambiente Interno (Pontos Fortes - Forças) + Ambiente Externo (Pontos Fortes - Oportunidades) = DESENVOLVIMENTO;

- Ambiente Interno (Pontos Fortes - Forças) + Ambiente Externo (Pontos Fracos - Ameaças) = MANUTENÇÃO.

  1. 2012 - TJ-RO - Analista Judiciário – Administração

    Na análise externa, os pontos fortes e fracos de uma empresa devem ser determinados por meio da relação entre os segmentos de mercados e a atual posição dos produtos ou serviços dessa empresa.

Item errado.

Segundo Oliveira (2005), “os pontos fortes e fracos compõem a análise interna da empresa, enquanto as oportunidades e ameaças compõem sua análise externa. Os pontos fortes e fracos representam as variáveis controláveis, enquanto as oportunidades e as ameaças representam as variáveis não controláveis pela empresa. Fica evidente que o problema maior são as variáveis sobre as quais não se tem controle”.

  1. 2012 - TJ-RO - Analista Judiciário – Administração

    Quanto menos uma empresa conhece sobre seu concorrente, menor o risco estratégico dessa empresa em face das estratégias do concorrente.

Item errado.

As ameaças e oportunidades são fatores externos os quais os gestores não têm controle, sendo, no entanto, importante monitorá-los, de modo que seja relativizado o risco estratégico.

  1. 2012 - TJ-RO - Analista Judiciário – Administração

    Ameaças são fatores do ambiente externo que impactam diretamente nas organizações, podendo ser controladas antes de prejudicarem o desenvolvimento das empresas.

Item errado.

Segundo Oliveira (2005), “os pontos fortes e fracos compõem a análise interna da empresa, enquanto as oportunidades e ameaças compõem sua análise externa. Os pontos fortes e fracos representam as variáveis controláveis, enquanto as oportunidades e as ameaças representam as variáveis não controláveis pela empresa. Fica evidente que o problema maior são as variáveis sobre as quais não se tem controle”.

  1. 2012 - TJ-RO - Analista Judiciário – Administração

    Mediante a análise das oportunidades e das fraquezas de um ambiente organizacional, obtêm-se a atual situação das vantagens competitivas de uma empresa.

Item errado.

Segundo Chiavenato, em suma, as oportunidades e ameaças estão ligadas ao ambiente externo à empresa, já que não são inerentes às atividades e processos da mesma. Apesar da empresa não poder controlar as oportunidades e ameaças, ao conhecê-las, a empresa estará mais apta e preparada para aproveitar as oportunidades e a reagir às ameaças de forma mais proativa ou com menos impacto no negócio, além de medir seu nível de competitividade frente aos concorrentes.

  1. 2012 - TJ-RO - Analista Judiciário – Administração

    Os pontos fortes e fracos correspondem a variáveis controláveis por uma empresa, enquanto as oportunidades e as ameaças correspondem a variáveis não controláveis.

Item certo.

Segundo Oliveira (2005), “os pontos fortes e fracos compõem a análise interna da empresa, enquanto as oportunidades e ameaças compõem sua análise externa. Os pontos fortes e fracos representam as variáveis controláveis, enquanto as oportunidades e as ameaças representam as variáveis não controláveis pela empresa. Fica evidente que o problema maior são as variáveis sobre as quais não se tem controle”.

  1. 2010 - ANEEL - Analista Administrativo

    A identificação das fraquezas refere-se ao ambiente externo das empresas e das organizações.

Item errado.

Segundo Oliveira (2005), “os pontos fortes e fracos compõem a análise interna da empresa, enquanto as oportunidades e ameaças compõem sua análise externa. Os pontos fortes e fracos representam as variáveis controláveis, enquanto as oportunidades e as ameaças representam as variáveis não controláveis pela empresa. Fica evidente que o problema maior são as variáveis sobre as quais não se tem controle”.

  1. CESPE - 2012 - TJ-AC - Analista Judiciário – Administração

    Uma das principais atividades da gerência operacional é estudar o ambiente em que a organização está inserida para mapear as oportunidades e ameaças que possam comprometer os objetivos e a visão de futuro da organização.

Item errado.

Em síntese, Chiavenato elucida que as atividade referentes a análise do meio ambiente organizacional são relativas à gerência estratégica, não operacional. Além disso, ter uma visão do futuro da organização é necessária para todos os estratos da organização, todavia possuem maior índice de incidência no nível estratégico, pois esse é o responsável por definir o destino da organização.

  1. 2012 - TJ-AC - Analista Judiciário – Administração

    Em uma organização, o ato de planejar implica dedicação do setor administrativo e financeiro, pois é com base nas finanças que o gestor e os demais colaboradores podem avaliar a situação atual da empresa e seu futuro.

Item errado.

Segundo O'Donnell, o planejamento refere-se a estabelecer os resultados futuros que se pretende atingir, dentro de um certo espaço de tempo, eaplicando-se certa quantidade de recursos. Devem ser estabelecidos objetivos mais gerais, amplos e genéricos a serem perseguidos pela empresa como um todo.

Assim, não se limita à dedicação apenas dos setores administrativos e financeiros.

Ainda, sobre planejamento, para Kaplan e Norton, Balanced Scorecard é uma técnica que visa a integração e balanceamento de todos os principais indicadores de desempenho existentes em uma empresa, desde os financeiros/administrativos até os relativos aos processos internos, estabelecendo objetivos da qualidade (indicadores) para funções e níveis relevantes dentro da organização, ou seja, desdobramento dos indicadores corporativos em setores, com metas claramente definidas.

  1. 2012 - TJ-AC - Analista Judiciário – Administração

    A definição da missão da organização é o ponto principal para estabelecer macro estratégias e macro políticas, bem como orientar o desenvolvimento da instituição.

Item certo.

Segundo Maximiano, estabelecer a missão da organização é uma das tarefas mais importantes no desenvolvimento de um plano estratégico. O entendimento da missão possibilita compreender o papel que a organização desempenha para seus clientes e stakeholders relevantes.

  1. 2012 - TJ-AC - Analista Judiciário – Administração

    O fato de uma organização definir objetivos e metas em decisão top-down dificulta a execução da estratégia, pois o não compartilhamento das decisões em todos os níveis hierárquicos envolvidos prejudica o envolvimento da equipe.

Item certo.

Segundo Chiavenato, o top-down (de cima para baixo) corresponde a um processamento descendente, do macro para a microestrutura. Já o bottom-up (de baixo para cima) é o processamento que faz uma construção do significado através da composição das partes por meio de análise e síntese das informações, ou seja, faz um movimento ascendente. Assim, objetivos e metas estabelecidas em um processo descendente referem-se a tomadas de decisões envolvendo tão somente a cúpula da organização, e isso pode prejudicar a perfeita compreensão e o envolvimento dos demais membros organizacionais.

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