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João Pedro Apolinário Cardoso, 39º - Auditor-Fiscal da Receita do Distrito Federal (SEFAZ DF)

Já conhece a história de sucesso de João Pedro Apolinário Cardoso? Veja mais depoimentos de alunos do TEC!

1) Quais são as suas aprovações (cargos e colocação)?

Fui aprovado nos seguintes concursos:

SEFAZ GO (107º)
SEFAZ AL (33º)
SEFAZ DF (39º)

Além disso, também fui aprovado em duas provas de prefeituras pequenas do estado de Goiás.


2) Qual sua formação e por que decidiu estudar para concursos? 

Sou formado em Engenharia Civil, tendo finalizado o curso em 2015. Havia estagiado por 2 anos em empresas de construção civil antes de me formar, mas, depois de muito analisar e presenciar a realidade do mercado, decidi que não queria levar a vida de Engenheiro Civil, que era extremamente desgastante. Dessa forma, decidi começar a estudar no começo de 2016, já direcionado para a área fiscal, mais especificamente, para Auditor Fiscal da Receita Federal.
Apenas com a autorização do concurso de Auditor Fiscal do Estado de Goiás, no início de 2018, que mudei o foco para fiscos estaduais. Fiz então a prova de Goiás, na qual consegui ficar no cadastro de reserva. Um mês depois, fiz a prova de Santa Catarina, mas não consegui me classificar nem para o cadastro de reserva. No ano de 2019, eu fiz a prova do Rio Grande do Sul, e consegui ficar em 127º da ampla concorrência (dependendo da quantidade que vier na nova nomeação, posso até ser nomeado lá). Depois disso, fiz a prova de São José do Rio Preto. Havia ficado entre os primeiros, mas a discursiva me tirou da disputa. Meio preocupado com todo o cenário dos concursos (até pelo fato da demora na nomeação em Goiás), resolvi encarar duas provas de prefeituras pequenas de Goiás, e consegui ser aprovado em ambas. Com a publicação do edital do DF, foquei 100% nessa prova. Depois da objetiva do DF, fiz a prova de Alagoas uma semana depois, e consegui ser aprovado. Quase um ano e meio depois, fiz a prova discursiva do DF, e consegui mais uma aprovação.


3) Há quanto tempo estuda para concursos? Quantas horas por dia você estudava?
Eu estudo para concursos desde 2016. Em média, eu fazia de 6 a 7 horas por dia. Mantive esse ritmo até a primeira fase do DF, e a prova de AL. Despois da prova de AL e da suspensão da segunda fase do DF, eu passei um tempo sem estudar, voltando apenas no início de 2021, com foco na segunda fase do DF. Como já estava trabalhando na SEFAZ AL, eu tive que diminuir minha carga horária, passando a ser de 3 a 4 horas por dia.

 

4) Qual a importância da resolução de questões na sua preparação? Como o Tec te ajudou nessa tarefa?

Sem sombra de dúvidas a resolução de questões foi essencial na minha preparação. Depois de ler toda a parte teórica, meu estudo se baseou quase que 100% na resolução de questões. As questões se tornaram, para mim, a melhor forma de, além de outros benefícios:

 

  •  revisar e fixar o conteúdo estudado
  •  identificar minhas fraquezas
  •  identificar o que realmente é cobrado (pois nem tudo que está na parte teórica é cobrado na hora da prova)
  •  aprender sobre o estilo de cada banca

 

O TEC me ajudou muito pois eu me identifiquei bastante com as ferramentas que são disponibilizadas para os alunos. O TEC tem um layout de fácil entendimento (é muito fácil montar os cadernos). E algo que sempre me chamou atenção foi o fato de apresentar apenas uma questão por vez, e não uma lista de questões. Isso gera um layout muito mais limpo para o aluno estudar.

 

5) Recado aos demais concurseiros e considerações finais.
A caminhada para a aprovação não é fácil, e nunca vai ser. Mas eu posso dizer que realmente vale a pena. Eu olhava as entrevistas de aprovados, e isso me parecia tão distante, e às vezes impossível. Mas hoje sou eu que estou aqui dando entrevista. Isso é sensacional! Então, acreditem em vocês mesmos, acreditem na sua caminhada, que a hora de vocês vai chegar.

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