Estado de Calamidade Pública e seu efeito no Mundo dos Concursos

Por: Adriano

Olá pessoal!
Em meio ao momento de incertezas causadas pela pandemia do corona vírus venho trazer um pouco de esperança ao concurseiro. Tanto aquele que ainda não teve tempo de se preparar adequadamente, quanto aquele recém formado nas carreiras de saúde que poderão buscar estabilidade no setor público nas esferas municipal, estadual e federal.

No momento em que faço este breve ensaio está sendo votado na Câmara dos Deputados um decreto colocando o Brasil em Estado de Calamidade Pública, fazendo com que os limites de gastos governamentais impostos pela Lei de Responsabilidade Fiscal – LRF sejam quebrados, autorizando o governo a gastar mais com a folha de pessoal.

Bom, sabemos que aumento salarial não haverá, logo, o foco certamente será a contratação dos profissionais de saúde e ampliação de gastos com remédios e vacinas e instalações hospitalares de uma forma geral.

Mas professor, como assim? Como a orientação do governo é pelo tratamento dos infectados em casa para evitar aglomerações em hospitais, e consequentemente maior contágio, certamente a modalidade de atendimento residencial (médico da família) será contemplada com vagas. Portanto, é real e eminente a contratação de médicos e enfermeiros (e por que não psicólogos e agentes sociais) nos próximos meses.

Estendo este alerta para os técnicos de laboratório (químicos e bioquímicos) que poderão ter sua demanda aquecida em função da maior quantidade de exames que deverão ser processados em tempo hábil.

Sem fazer nenhum proselitismo político partidário e compreendendo a gravidade da situação, entendo que esta pandemia é uma grande oportunidade de colocar a saúde pública brasileira no sonhado “Padrão FIFA” de atendimento.

Desta forma, estejam precavidos em relação aos procedimentos profiláticos e aos acontecimentos nestes próximos meses, se antecipando, com uma preparação de alto rendimento o quanto antes.

Adriano

Professor Adriano Farias é graduado e mestre em Química pela UFRRJ; Pós-graduado em Engenharia de Máquinas Navais e OffShore pela COPPE-UFRJ. A mais de 20 anos leciona e produz conteúdo para os níveis fundamental, médio e superior. Além de ter experiência em análises químicas no setor de geração de energia e pesquisa científica. É professor do Tech-Concursos nas áreas de Química, Engenharia Química e de Petróleo.